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O Instituto Neokemp divulgou nesta quinta-feira (10) uma nova pesquisa com as intenções de voto para o Senado pelo Paraná nas eleições 2026.
Os candidatos com mais menção do eleitorado paranaense são Deltan Dallagnol (Novo), com 47,4%, e Filipe Barros (PL), com 37,7%. Neste ano, o eleitor vai votar para dois senadores. O primeiro turno ocorre no dia 4 de outubro.
Pesquisa para senador pelo Paraná em 2026
O Instituto Neokemp apresentou aos entrevistados um cenário estimulado (quando são mostrados os nomes), no qual responderam em que candidato votariam para a primeira e para a segunda cadeira ao Senado. O resultado abaixo é a soma do primeiro e do segundo votos e por isso o total chega a 200%.
Cenário estimulado
- Deltan Dallagnol (Novo): 47,3%
- Filipe Barros (PL): 37,7%
- Alexandre Curi (Republicanos): 29,2%
- Gleisi (PT): 27,1%
- Cristina Graeml (PSD): 23,3%
- Dr. Rosinha (PT): 18,4%
- Karen Guerreiro (Missão): 1,2%
- Marcelo Marcelino (PCO): 0,3%
- Joaquim do MLB (UP): 0,2%
- Não sabe: 12%
- Branco/Nulo: 3,4%
Metodologia: 1.008 entrevistados pela Neokemp de 8 a 10 de setembro de 2026. A pesquisa foi contratada pelo Jornal O Correio do Povo. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 3,1 pontos percentuais. Registro no TSE nº PR-04426/2026.
Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais
A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.
Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.
Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.








