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Eleições 2026

Neokemp divulga pesquisa para o Senado em Santa Catarina

Ilustração feita pela Gazeta do Povo sobre pesquisa eleitoral nas Eleições 2026, com a bandeira de Santa Catarina e a palavra Senador
Neokemp entrevistou 1.008 eleitores em Santa Catarina. (Foto: Infografia/Gazeta do Povo)

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O instituto Neokemp divulgou nesta quarta-feira (26) uma pesquisa com as intenções de voto para o Senado por Santa Catarina nas eleições de 2026. Duas vagas estão em disputa.

No cenário estimulado para o primeiro voto ao Senado, Caroline de Toni (PL) aparece numericamente à frente com 25,5% das intenções de voto, seguida por Carlos Bolsonaro (PL), com 24,2% e por Esperidião Amin (PP), com 16%. Considerando a margem de erro de 3,1 pontos percentuais, Carol de Toni e Carlos Bolsonaro estão tecnicamente empatados.

Já no segundo voto, Esperidião Amin aparece numericamente à frente com 22,8%, seguido por Carol de Toni, com 22,4%, e Carlos Bolsonaro, com 16,1%. Dentro da margem de erro, Amin e Carol também aparecem em empate técnico na liderança.

Pesquisa Neokemp para senadores por Santa Catarina em 2026

A Neokemp apresentou um cenário estimulado (quando são apresentados os nomes) para o Senado por Santa Catarina, perguntando sobre o primeiro e o segundo voto separadamente — serão eleitos dois representantes para cada estado da federação.

Cenário estimulado - Primeiro voto

  • Carol de Toni (PL): 25,5%
  • Carlos Bolsonaro (PL): 24,2%
  • Esperidião Amin (PP): 16%
  • Décio Lima (PT): 14,6%
  • Lunelli (MDB): 7,2%
  • Afrânio Boppré (PSOL): 3,5%
  • Ana Lucia da Silveira Machado (UP): 0,4%
  • Joaninha de Oliveira (PSTU): 0,2%
  • Túlio de Amorim Pfuetzenreiter (Missão): 0,2%
  • Carol Sant Anna(PCO): 0,1%
  • Jeferson Rocha (PRD): 0,1%
  • Marlene Soccas (UP): 0,1%
  • Marcos Dorval (PSTU): 0
  • Branco ou nulo: 2,6%
  • Não sabe: 5,4%

Cenário estimulado - Segundo voto

  • Esperidião Amin (PP): 22,8%
  • Carol de Toni (PL): 22,4%
  • Carlos Bolsonaro (PL): 16,1%
  • Décio Lima (PT): 10,1%
  • Afrânio Boppré (PSOL): 8,3%
  • Lunelli (MDB): 7,3%
  • Ana Lucia da Silveira Machado (UP): 0,9%
  • Carol Sant Anna(PCO): 0,5%
  • Jeferson Rocha (PRD): 0,4%
  • Joaninha de Oliveira (PSTU): 0,4%
  • Túlio de Amorim Pfuetzenreiter (Missão): 0,4%
  • Marlene Soccas (UP): 0,3%
  • Marcos Dorval (PSTU): 0
  • Branco ou nulo: 2,7%
  • Não sabe: 7,3%

Pesquisa de rejeição para senador por Santa Catarina

A Neokemp perguntou para o eleitor em qual pré-candidato ele não votaria de jeito nenhum para senador por Santa Catarina.

  • Décio Lima (PT): 38,2%
  • Carlos Bolsonaro (PL): 34,0%
  • Afrânio Boppré (PSOL): 14,2%
  • Antídio Lunelli (MDB): 3,8%
  • Caroline de Toni (PL): 2,6%
  • Esperidião Amin (PP): 2%
  • Túlio de Amorim Pfuetzenreiter (Missão): 0,5%
  • Ana Lucia da Silveira Machado (UP): 0,4%
  • Marlene Soccas (UP): 0,2%
  • Joaninha de Oliveira (PSTU): 0,1%
  • Jefferson Rocha (PRD): 0,1%
  • Marcos Dorval (PSTU): 0,1%
  • Carol (PCO): 0
  • Rejeita todos: 1,6%
  • Não rejeita nenhum: 2,3%

Metodologia: 1.008 entrevistados pelo instituto Neokemp dos dias 24 a 26 de agosto de 2026. A pesquisa foi contratada pelo Jornal O Correio do Povo. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 3,1 pontos percentuais. Registro no TSE nº SC-08694/2026.

Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais  

A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.

Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.

Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.

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