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A Quaest divulgou neste sábado (3), véspera da votação do primeiro turno, uma nova pesquisa de intenções de voto para governador de Pernambuco nas eleições de 2026.
O instituto também sondou o eleitor sobre a preferência para as duas cadeiras ao Senado que estão em disputa neste ano. Os números foram divulgados pelo G1.
Raquel Lyra (PSD) lidera o cenário estimulado de primeiro turno com 52% das intenções de voto, o que lhe dá a possibilidade de vencer no primeiro turno. João Campos (PSB) aparece na sequência, com 47%. Esse cenário leva em conta votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos.
Para o Senado, Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) têm 19% cada e estão melhor posicionados para as duas cadeiras.
Pesquisa para governador de Pernambuco em 2026
A pesquisa Quaest fez cenário espontâneo (quando os nomes não são apresentados previamente) e cenário estimulado (quando são mostrados os nomes dos concorrentes na disputa). Os números estimulados consideram os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos.
Na pesquisa espontânea, indecisos ainda somam 15%
- Raquel Lyra (PSD): 40%
- João Campos (PSB): 34%
- Ivan Moraes (PSOL): 1%
- Eduardo Campos: 1%
- Filho de Eduardo Campos: 1%
- Outras respostas: 5%
- Branco/nulo/não vai votar: 4%
- Indecisos: 15%
Raquel Lyra lidera cenário com votos válidos
- Raquel Lyra (PSD): 52%
- João Campos (PSB): 47%
- Ivan Moraes (PSOL): 0%
- Guilherme Fonseca (PSTU): 0%
- Professora Camila (UP): 0%
- Renan Hallais (Missão): 0%
- Victor Assis (PCO): 0%
Segundo turno para governador de Pernambuco
A pesquisa Quaest simulou um cenário de segundo turno.
Raquel Lyra x João Campos
- Raquel Lyra (PSD): 50%
- João Campos (PSB): 46%
- Branco/nulo/nenhum: 3%
- Indecisos: 1%
Pesquisa para o Senado por Pernambuco em 2026
Para o Senado, a Quaest fez um cenário espontâneo e outro estimulado, nos quais o entrevistado indicou o primeiro e o segundo votos. O resultado abaixo é o consolidado dos dois votos e reduzido para 100%.
Na pesquisa espontânea, indecisos somam 39%
- Marília Arraes (PDT): 14%
- Humberto Costa (PT): 13%
- Mendonça Filho (PL): 9%
- Eduardo da Fonte (PP): 8%
- Túlio Gadêlha (PSD): 5%
- Pastor Gilvan Costa (Democrata): 1%
- Carlos Sant'anna (Novo): 0%
- Gorett Bitu (UP): 0%
- Paulo Rubem Santiago (Rede): 0%
- Mailson Neto (PCO): 0%
- Samuel Timoteo (UP): 0%
- Mariano Macedo (PSTU): 0%
- Outros: 0%
- Branco/nulo/não vai votar: 11%
- Indecisos: 39%
Marília Arraes e Humberto Costa se destacam no cenário estimulado
- Marília Arraes (PDT): 19%
- Humberto Costa (PT): 19%
- Mendonça Filho (PL): 12%
- Eduardo da Fonte (PP): 10%
- Túlio Gadêlha (PSD): 5%
- Carlos Sant'anna (Novo): 2%
- Pastor Gilvan Costa (Democrata): 1%
- Paulo Rubem Santiago (Rede): 1%
- Samuel Timoteo (UP): 1%
- Mariano Macedo (PSTU): 1%
- Mailson Neto (PCO): 0%
- Gorett Bitu (UP): 0%
- Branco/nulo/nenhum: 16%
- Indecisos: 13%
Metodologia: 2.652 entrevistados pela Quaest de 2 a 3 de outubro de 2026. A pesquisa foi contratada pela Rede Globo. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº PE-09665/2026.
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Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais
A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.
Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.
Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores





