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A Quaest divulgou nesta segunda-feira (24) uma pesquisa com as intenções de voto para governador do Rio Grande do Norte nas eleições de 2026. O instituto também perguntou aos entrevistados sobre a disputa para as duas vagas ao Senado pelo estado. Os resultados foram divulgados pelo G1.
No cenário estimulado de primeiro turno, três candidatos registram empate dentro da margem de erro de três pontos percentuais: Allyson (União Brasil), com 25%, Cadu de Lula (PT), com 21%, e Álvaro Dias (PL), com 19%.
Na disputa pelo Senado, Styvenson Valentim (Podemos) está numericamente na liderança, com 16%, enquanto Zenaide Maia (PSD) tem 10%. Devido à margem de erro, ambos estão tecnicamente empatados.
Pesquisa para governador do Rio Grande do Norte
A Quaest fez pesquisa com um cenário espontâneo (quando não são apresentados os nomes) e um cenário estimulado (quando são mostrados os nomes).
Maioria segue indecisa em pesquisa espontânea
- Allyson (União Brasil): 16%
- Cadu de Lula (PT): 10%
- Álvaro Dias (PL): 10%
- Outros: 1%
- Indecisos/não sabe/não respondeu: 57%
- Branco/nulo: 6%
Há empate ténico em cenário estimulado de primeiro turno
- Allyson (União Brasil): 25%
- Cadu de Lula (PT): 21%
- Álvaro Dias (PL): 19%
- Rodrigo Bolsonaro (Agir): 2%
- Professor Roberio Paulino (PSOL): 2%
- Dário Barbosa (PSTU): 1%
- Arinalda do MLB (UP): 0
- Carlos Jararaca (DC): 0
- Henrique Lyra (PCO): 0
- Indecisos/não sabe/não respondeu: 16%
- Branco/nulo: 14%
Pesquisa de segundo turno para governador do Rio Grande do Norte
A Quaest simulou três cenários de segundo turno.
Allyson Bezerra x Cadu de Lula
- Allyson (União Brasil): 35%
- Cadu de Lula (PT): 34%
- Indecisos/não sabe/não respondeu: 11%
- Branco/nulo: 20%
Allyson Bezerra x Álvaro Dias
- Allyson (União Brasil): 35%
- Álvaro Dias (PL): 30%
- Indecisos/não sabe/não respondeu: 11%
- Branco/nulo: 24%
Cadu de Lula x Álvaro Dias
- Cadu de Lula (PT): 36%
- Álvaro Dias (PL): 31%
- Indecisos/não sabe/não respondeu: 11%
- Branco/nulo: 22%
Pesquisa para senadores pelo Rio Grande do Norte em 2026
A Quaest gerou um cenário espontâneo e um cenário estimulado. Cada entrevistado citou o primeiro e o segundo votos e o resultado abaixo é o consolidado reduzido para 100%.
Maioria não sabe em quem votar em pesquisa espontânea
- Styvenson Valentim (Podemos): 8%
- Zenaide Maia (PSD): 3%
- Coronel Hélio Oliveira (PL): 2%
- Rafael Motta (PDT): 2%
- Samanda de Lula (PT): 2%
- Gari Wendell Batista (Agir): 1%
- Outros: 0
- Indecisos/não sabe/não respondeu: 78%
- Branco/nulo: 4%
Há empate técnico em cenário estimulado para o Senado pelo RN
- Styvenson Valentim (Podemos): 16%
- Zenaide Maia (PSD): 10%
- Samanda de Lula (PT): 8%
- Rafael Motta (PDT): 8%
- Coronel Hélio (PL): 5%
- Professor Guilherme (UP): 1%
- Sandro Pimentel (PSOL): 1%
- Gari Wendell Batista (Agir): 1%
- Sônia Godeiro (PSOL): 1%
- Rosália Fernandes (PSTU): 1%
- Tércio Tinoco (União Brasil): 1%
- Clóvis Costa do Coletivo Nós (Agir): 0
- Linhares Jiboia (DC): 0
- Luciana Mandu (PSTU): 0
- Indecisos/não sabe/ não respondeu: 24%
- Branco/nulo: 23%
Metodologia: 804 entrevistados pela Quaest nos dias 20 a 23 de agosto de 2026. A pesquisa foi contratada pela Televisão Cabugi Ltda. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 3 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº RN-00876/2026.
Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais
A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.
Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.
Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.





