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O instituto Real Time Big Data divulgou nesta quinta-feira (10) uma pesquisa de intenções de voto para governador do Rio Grande do Norte nas eleições 2026. O instituto também ouviu os entrevistados sobre a disputa para o Senado no estado — neste ano, o eleitor vai votar em dois senadores.
Na disputa pelo governo estadual, o candidato Allyson (União Brasil) lidera o cenário estimulado de primeiro turno com 30% das intenções de voto. Logo atrás aparecem Cadu de Lula (PT) e Álvaro Dias (PL) com 25% e 23%, respectivamente.
Nas simulações de segundo turno, Alysson venceria Cadu de Lula e Álvaro Dias. No embate direto entre estes dois últimos, há empate numérico.
Para o Senado, Styvenson Valentim (Podemos), Samanda de Lula (PT), Zenaide Maia (PSD) e Rafael Motta (PDT) estão empatados dentro da margem de erro. A votação de primeiro turno ocorre em 4 de outubro, com o segundo turno marcado para o dia 25 de outubro.
Pesquisa para governador do Rio Grande do Norte em 2026
O Real Time Big Data fez pesquisa espontânea (quando os nomes não são apresentados previamente para escolha do eleitor) e um cenário estimulado (quando são mostrados os nomes dos concorrentes na disputa).
Na pesquisa espontânea, mais de 40% dos entrevistados dizem não saber em quem votar
- Allyson (União Brasil): 16%
- Cadu de Lula (PT): 13%
- Álvaro Dias (PL): 13%
- Outros: 3%
- Nulo/Branco: 12%
- Não sabe/Não respondeu: 43%
Alysson lidera cenário estimulado
- Allyson (União Brasil): 30%
- Cadu de Lula (PT): 25%
- Álvaro Dias (PL): 23%
- Rodrigo de Bolsonaro (Agir): 3%
- Professor Roberto Paulino (PSOL): 1%
- Outros*: 2%
- Nulo/Branco: 7%
- Não sabe/Não respondeu: 9%
Os candidatos Dário Barbosa (PSTU), Arinalda do MLB (UP), Carlos Jararaca (DC) e Henrique Lyra (PCO), somados, atingiram 2%.
Segundo turno para governador do Rio Grande do Norte
O Real Time Big Data simulou três cenários de segundo turno para a disputa pelo Palácio de Despachos de Lagoa Nova, sede do Executivo estadual no estado do Rio Grande do Norte.
Allyson x Álvaro Dias
- Allyson (União Brasil): 44%
- Álvaro Dias (PL): 33%
- Nulo/Branco: 10%
- Não sabe/Não respondeu: 13%
Allyson x Cadu de Lula
- Allyson (União Brasil): 50%
- Cadu de Lula (PT): 32%
- Nulo/Branco: 9%
- Não sabe/Não respondeu: 9%
Álvaro Dias x Cadu de Lula
- Álvaro Dias (PL): 40%
- Cadu de Lula (PT): 40%
- Nulo/Branco: 10%
- Não sabe/Não respondeu: 10%
Pesquisa para o Senado pelo Rio Grande do Norte em 2026
Os resultados abaixo são o consolidado do primeiro e do segundo votos apontados pelos entrevistados e reduzidos para 100%.
Quatro candidatos estão na briga pelas duas vagas
- Styvenson Valentim (Podemos): 18%
- Samanda de Lula (PT): 16%
- Zenaide Maia (PSD): 15%
- Rafael Motta (PDT): 14%
- Coronel Hélio (PL): 8%
- Tércio Tinoco (União Brasil): 6%
- Sandro Pimentel (PSOL): 1%
- Nulo/Branco: 10%
- Não sabe/Não respondeu: 12%
Professor Guilherme (UP), Gari Wendell Batista (Agir), Sônia Godeiro (PSOL), Rosália Fernandes (PSTU), Clóvis Costa do Coletivo Nós (Agir), Linhares Jiboia (DC) e Luciana Mandu (PSTU) não pontuaram.
Metodologia: 1.600 entrevistados pelo Real Time Big Data de 5 a 9 de setembro de 2026. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº RN-08492/2026.
Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais
A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.
Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.
Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.









