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Plano de governo de Flávio Bolsonaro está pronto, diz Marinho

Coordenador da campanha afirmou que documento será divulgado após registro da candidatura.
Coordenador da campanha afirmou que documento será divulgado após registro da candidatura. (Foto: Andressa Anholete/Agência Senad)

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O plano de governo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já foi concluído e será divulgado junto com o registro da candidatura à Presidência, o que deve ocorrer entre 1º e 2 de agosto. A informação partiu do coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN).

"No dia em que houver o registro da candidatura, será divulgado. Nossa convenção é em 25 de julho. Em 1º ou 2 de agosto haverá o registro e o plano será apensado, como manda a legislação", declarou a jornalistas, após uma reunião com Flávio realizada nesta terça-feira (21).

Conforme já adiantado por declarações do pré-candidato, o plano de governo deve priorizar tanto a agenda econômica, com medidas de teor liberal, quanto a segurança pública, por meio de propostas para o endurecimento no combate ao crime, incluindo castração química de pedófilos, redução da maioridade penal e a abertura de novas vagas em presídios, além do combate ao feminicídio, pauta considerada fundamental para atrair o eleitorado feminino.

Aceno ao eleitorado feminino envolve definição de vice

A escolha de uma mulher como candidata a vice-presidente também deve ser um aceno contra a resistência dessa parcela do eleitorado. Os nomes cotados já incluíram a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e a economista Daniella Marques. Não há, porém, uma fala pública do pré-candidato ou uma sinalização em direção a algum nome em específico.

De acordo com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, caberá ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) bater o martelo. Impedido de se encontrar com Flávio até depois do primeiro turno, Bolsonaro conta com os advogados e outros interlocutores para transmitir os comandos da campanha. Marinho reforçou que a sigla ainda não convidou ninguém para dividir a chapa.

"Existem várias pessoas que estão sendo levadas em consideração. Prefiro não fulanizar o processo, até porque tem pessoas de partidos que não estão confirmados que estarão conosco. Depois dessa definição é que poderíamos definir quem será essa candidata e fazer um convite formal. Não fizemos convite a ninguém, que eu saiba. Houve sondagens, é evidente, mas convite mesmo eu acredito que não tenha havido", concluiu.

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