
Ouça este conteúdo
Empresário e presidenciável do Missão, Renan Santos promoveu nesta segunda-feira um ato de 7 de setembro dissidente da manifestação ligada ao PL na Paulista. Neste evento, realizado diante do Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo, foi distribuído um manifesto que diz, entre outras mensagens sombrias, que o “Brasil morreu”.
De olho na fatia do eleitorado descontente com ambos os lados da polarização política, Renan defendeu o afastamento tanto de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes do Supremo, como de Andrei Rodrigues da Polícia Federal e Paulo Gonet da PGR.
VEJA TAMBÉM:
“Nos mobilizamos para defender a Lava Jato, derrubar Dilma, eleger um governo de direita e prender Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2016, há dez anos, pedimos pela primeira vez o impeachment de um ministro da Suprema Corte. Fomos nós os primeiros a pedir”, reivindicou.
Mas o texto não poupa o país e diz que “o Brasil enquanto nação – um lugar onde um povo se reconhece em unidade – morreu em meados do século XX”.
“Nossa elite é um lixo, as pessoas que comandam as posições de poder no Brasil merecem o lixo que se tornou o país”, disse.
Cobrança sobre adversários
O documento, chamado de “Manifesto pelo futuro da nação”, foi lido para os presentes como uma “última convocatória” em favor do futuro da nação.
Ele afirmou que a polarização política seria uma farsa com os mesmos “sócios” e, para isso, citou Daniel Vorcaro.
“Não há polarização. A direita hegemônica e a esquerda governista são dominadas pelos mesmos sócios no crime, Daniel Vorcaro entre eles. O Supremo Tribunal Federal, peça central desse arranjo, tem gângsteres em seus quadros, homens que se acomodaram ao banditismo cotidiano”, disparou.
A campanha de Renan Santos cobra dos adversários a adesão ao documento.






