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Representando a filha

Mãe de Zambelli anuncia pré-candidatura a deputada federal

(Foto: Reprodução/Facebook/Rita Zambelli)

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A mãe da ex-deputada federal Carla Zambelli, Rita Zambelli, anunciou sua pré-candidatura a deputada federal por São Paulo, com vistas a representar a filha na Câmara. O anúncio ocorreu nesta segunda-feira (2), por meio de uma postagem na rede social de Rita.

"Aceitei, com orgulho de mãe, a missão que minha filha Carla Zambelli me confiou em maio do ano passado quando me anunciou como sua futura pré-candidata a deputada federal em seu lugar", declarou. O filho da ex-deputada presa na Itália, João Zambelli, será pré-candidato a vereador por São Paulo nas eleições de 2028.

No anúncio citado por Rita, Carla se refere à mãe como "uma mulher íntegra, de princípios sólidos, que carrega os mesmos valores que sempre defendi". Ela justifica sua escolha: "fiz essa transferência porque, caso se confirme minha inelegibilidade, há o risco real de que tentem me silenciar, inclusive nas redes. E, como minha mãe sempre foi ativa, firme e atuante, tomei essa decisão de forma transparente, responsável e absolutamente legítima."

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A ex-deputada aguarda a conclusão da análise de sua extradição pela Corte de Apelação de Roma. A sentença já deveria ter saído, e a demora é vista pela defesa como positiva, um sinal de que os juízes estariam elaborando uma sentença que justifique adequadamente a soltura diante da opinião pública italiana e das autoridades brasileiras.

Após a renúncia de Zambelli, o deputado federal Adilson Barroso (PL-SP) assumiu o cargo. Ele chegou a articular com parlamentares para que houvesse uma votação favorável à perda do mandato, alegando que, de qualquer forma, não haveria condições de Zambelli exercer o cargo do exterior.

Após a condenação a 10 anos de prisão por suposto financiamento da invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a parlamentar foi para a Itália, onde também tem cidadania. A Câmara chegou a beneficiá-la ao votar contra a perda de seu mandato, mas o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes anulou a votação. Em meio ao impasse, houve a renúncia.

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