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Parte de uma federação com o PRD, o Solidariedade, que já descartava um apoio à tentativa de reeleição do presidente Lula (PT), também não deve apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). À Gazeta do Povo, o presidente nacional da sigla, deputado federal Paulinho da Força (SP), afirmou nesta sexta-feira (10) que ainda não há nenhum nome firmado, mas que a tendência é fugir dos dois principais.
"Nós estamos discutindo, mas, a princípio, a ideia é não apoiar nem um, nem outro. O Lula já estava descartado antes e o Flávio, a tendência é também a gente liberar, não apoiar ninguém", revelou.
No âmbito estadual, porém, já há uma definição para apoiar um aliado de Flávio. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), recebeu Paulinho e o presidente do PRD, Ovasco Resende, no Palácio dos Bandeirantes, ocasião em que ouviu que o apoio à reeleição é total.
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Paulinho voltou a se destacar no cenário nacional após assumir a relatoria do projeto de lei da anistia, que foi então renomeado para dosimetria e transformado em lei. Seu partido sinalizou que via com bons olhos uma candidatura do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG). O tucano, porém, desistiu da ideia, sob a alegação de que seu partido se concentrará em uma estratégia para 2030.
Logo após a saída de Ronaldo Caiado do União Brasil, Paulinho colocou o solidariedade à disposição do ex-governador de Goiás. Caiado, no entanto, optou pelo PSD. Sem alianças, a legenda lançou uma chapa pura, colocando como pré-candidato a vice-presidente seu presidente nacional, Gilberto Kassab.
Flávio ainda não definiu quem será seu vice, mas a necessidade de aceno ao eleitorado feminino faz com que o PL se incline a escolher uma mulher. A necessidade foi reforçada com a crise envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). A senadora Tereza Cristina (PP-MS) foi aventada, mas negou que tenha sido procurada e afirmou que seu objetivo é tentar a presidência do Senado.




