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Trump não irá declarar apoio a Flávio Bolsonaro, avalia Paulo Figueiredo

Aliado diz que senador não espera declaração pública, mas pressão diplomática por eleições livres.
Aliado diz que senador não espera declaração pública, mas pressão diplomática por eleições livres. (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)

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Aliado e próximo das articulações de pré-campanha, o empresário Paulo Figueiredo disse ao portal Metrópoles que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não receberá apoio público do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em sua busca pelo Planalto.

A conversa foi divulgada nesta segunda-feira (27). Nela, Figueiredo diz que Flávio não busca a declaração de apoio, mas apenas "pressão diplomática" no sentido de garantir que haja, nas eleições brasileiras, liberdade de expressão e transparência.

No lado oposto do espectro, a eventual declaração de Trump não é vista como exatamente negativa. O PT investirá no discurso de soberania nacional, inaugurado após as tarifas de Trump e a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e outras autoridades envolvidas na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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A aderência da direita brasileira a Trump sofreu um primeiro abalo quando o governo americano retirou as sanções contra Moraes. No capítulo mais recente das controvérsias, o republicano vem protagonizando uma troca de farpas com o papa Leão XIV. Em meio a isso, o presidente publicou uma imagem em que aparecia com uma espécie de túnica, impondo as mãos em uma pessoa. A imagem foi considerada uma comparação a Jesus, mas Trump alegou que seria uma forma de se comparar a um médico.

Flávio começou a pré-campanha de olho no cenário internacional. Sua agenda começou com uma viagem oficial do Senado à Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo, em Israel. A agenda ainda incluiu viagens aos Estados Unidos, Bahrein e França.

No cenário nacional, a pré-campanha começou na região Nordeste, com citações ao feminicídio. O senador trabalha para reduzir sua resistência no eleitorado feminino e pode, por isso, escolher uma mulher como sua pré-candidata a vice-presidente.

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