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Fórmula 1

Apaixonado por Monza, Massa tenta acabar com “urucubaca”

Depois de estrear na principal categoria do automobilismo, brasileiro nunca somou pontos na pista italiana

  • PorAgência Estado
  • 09/09/2010 21:04

GP da Alemanha: FIA admite trapaça da Ferrari

Apesar de ter sido bastante benevolente na punição dada à Ferrari pelo jogo de equipe no GP da Alemanha, a FIA admitiu que a escuderia agiu de maneira ilegal para favorecer Fernando Alonso. A íntegra da decisão do Conselho Mundial em relação ao caso diz que os dois pilotos do time italiano foram instruídos a poupar o motor, mas que Fernando Alonso logo em seguida foi autorizado a acelerar sem que Felipe Massa fosse informado. Foi nesse momento que o engenheiro Rob Smedley soltou a já célebre frase: "Fernando está mais rápido que você, confirma que entendeu?" A entidade só não pesou a mão contra a equipe por considerar o próprio regulamento ambíguo. O relatório da FIA afirma ainda que "é inegável que o resultado da corrida seria diferente se não fosse dada a instrução a Massa".

Da Redação

Monza - Há pilotos que se superam em alguns circuitos. É o caso de Rubens Barrichello em Monza, onde já venceu três vezes. E existem pilotos que, apesar de adorarem de­­terminada pista, pelos mais distintos motivos acabam não se dando bem. Felipe Massa, em Monza, por exemplo, nunca marcou pontos.

Dois brasileiros, dois retrospectos opostos no GP da Itália. Os treinos livres da prova começam hoje, dia no qual o Brasil celebra 38 anos da conquista do seu primeiro título mundial de pilotos, com Emer­­son Fittipaldi pilotando a Lotus no lendário autódromo próximo a Milão.

"Monza é um circuito técnico. Dispor de elevada velocidade nas longas retas é importante, mas, ao contrário do que a maioria pensa, não o mais importante", explicou Ru­­binho, especialista nos 5.793 me­­tros do traçado mais veloz do ca­­lendário, vencedor em 2002 e 2004, com Ferrari, e no ano passado, pela Brawn GP.

Já Massa não sabe dizer os motivos de nunca ter feito pontos ali. Cor­­reu com Sauber em 2002, 2004 e 2005, e nas três temporadas se­­­guintes pela Ferrari. No ano passado recuperava-se do grave acidente na Hungria e não disputou a prova.

"Eu adoro correr em Monza, gosto mesmo da pista, não existe uma razão lógica para, na Fórmula 1, não ter me dado bem até agora", comentou. Para provar que é algo relacionado com a F-1, explica: "Eu ganhei as duas corridas que disputei aqui na Fórmula Renault, no mesmo fim de semana, pelo Cam­peonato Italiano e o Europeu (em 2000)". E complementa: "No ano seguinte corri de Fórmula 3000 e também venci."

"Espero neste fim de semana quebrar essa série de participações minhas aqui sem marcar pontos", afirmou. "Em 2007, eu po­­deria ser segundo não fosse a quebra de um amortecedor traseiro."

Dois outros brasileiros começam a descobrir o que é correr de Fórmula 1 em Monza, traçado on­­de se chega a mais de 330 km/h: os estreantes Lucas Di Grassi, da Vir­­gin, e Bruno Senna, da Hispania.

Julgamento

Massa foi político ao falar a respeito da decisão da FIA, na última quarta-feira, em Paris. Os membros do Conselho Mundial concordaram que a multa de US$ 100 mil para a Ferrari, por ordem de equipe no GP da Alemanha, foi pena suficiente. "Temos agora é de olhar para a frente. O mais importante é que a FIA vai rever a regra", disse.

Quanto a ter queimado a largada em Spa, ele riu muito. Um es­­pec­­tador filmou da arquibancada Massa posicionar a Ferrari cerca de três metros adiante do lugar designado. "Eu sou o piloto mais baixo da Fórmula 1 e já reclamei com o diretor de prova não ver a linha para parar no grid. Tive sorte de ninguém perceber na hora. Fiquei sabendo depois como todos."

Ao vivo

Treino livre do GP de Monza, às 9 h, no SporTV.

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