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nota oficial

Athletico cita Coritiba em nota e reivindica tribunal “sem paixões clubísticas”

  • Moreno Valério
Camisa usada pelo Coritiba no Atletiba da polêmica “torcida humana”. | Albari Rosa/Gazeta do Povo
Camisa usada pelo Coritiba no Atletiba da polêmica “torcida humana”. Albari Rosa/Gazeta do Povo
 
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Em uma nota oficial divulgada em seu site nesta segunda-feira (18), o Athletico criticou duramente o Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR). Segundo o Furacão, os membros do TJD-PR estariam prejudicando o Furacão, além de favorecer o Coritiba em outras decisões.

A medida, que aplica uma multa de R$ 100 mil ao clube e um afastamento do presidente do Athletico, Luiz Sallim Emed, de 360 dias, foi tomada após recurso do clube e da procuradoria do TJD-PR. Inicialmente, a multa era de R$ 200 mil e o afastamento do presidente era o mesmo. O clube irá recorrer no Superior Tribunal de Justiça Desportiva.

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O caso se refere à “torcida humana” e a medida de que o Rubro-Negro impedia a entrada de torcedores do Coritiba identificados com cores ou camisas do Coxa, no Atletiba do dia 30 de janeiro. Na ocasião, o Athletico chegou a descumprir duas liminares do TJD –PR de vender ingressos e separar um setor para os torcedores do Coritiba no estádio. O jogo aconteceu normalmente, sem a torcida do Coxa, com vitória Alviverde por 2 a 1.

Ao finalizar a nota, o Athletico relembra que o Coritiba e o presidente, Samir Namur, foram absolvidos nos casos de “condutas antidesportivas de incitação ao ódio, ofensa à honra por fato relacionado ao desporto e descumprimento de regulamento quanto à veiculação de publicidade” e que não houve recurso da procuradoria.

No último trecho, o clube pede que os membros do TJD-PR atuem com independência, de maneira impessoal e sem paixões clubísticas.

Confira a nota na íntegra

Em razão da definição pelo Athletico da manutenção do projeto da “torcida humana” e não disponibilização de setor segregado para torcida visitante, no final do mês de fevereiro a 1ª Comissão Disciplinar do TJD-PR aplicou, por maioria, pena de 200 mil reais contra o Athletico e 360 dias de suspensão ao presidente Sallim.

Após recurso do Athletico e da Procuradoria do TJD-PR, os membros do Pleno do Órgão (Dr. Luciano Costenaro, Dr. Cesar Gradela, Dr. Daniel Andreatta, Dr. Valdomiro Neto, Dr. Rafael Melo e o Dr. Adelson Batista) decidiram, por maioria, em aplicar pena de multa de 100 mil reais para o CAP, considerando-se descumprida uma única conduta e, ainda, manter a pena de 360 dias de suspensão ao presidente Sallim.

Neste contexto, chama atenção o voto proferido pelo Dr. Adelson Batista, que rejeitou todas as preliminares e deu provimento integral ao recurso da Procuradoria para, entendendo que houve o descumprimento de quatro condutas, majorar a multa para 400 mil reais.

Em relação ao presidente Sallim, manteve a pena de 360 dias de suspensão, aplicando, entretanto, multa de 100 mil reais para cada conduta, totalizando 400 mil reais. Não bastasse essa situação, o Dr. Adelson votou para que fosse aplicada a mesma punição ao Athletico e ao presidente Sallim nos Autos nº 17/2019, que discute a mesma matéria e foi extinto para que não houvesse uma dupla punição pelo mesmo fato, de acordo com o entendimento dos demais auditores que compunham o julgamento. Ou seja, absurdamente o Dr. Adelson queria punir o Athletico em uma multa de 800 mil reais e o presidente Sallim em uma pena de suspensão de 720 dias e multa de 800 mil reais. Uma aberração.

O Athletico irá recorrer desta decisão proferida pelo Pleno do TJD-PR para o STJD, mas vem novamente perante os seus torcedores lamentar a forma que as questões referentes ao futebol paranaense estão sendo tratadas pelo nosso Tribunal de Justiça Desportiva.

Na semana anterior, este mesmo Tribunal (1ª Comissão Disciplinar) absolveu o Coritiba Foot Ball Club e o seu presidente das condutas antidesportivas de incitação ao ódio, ofensa à honra por fato relacionado ao desporto e descumprimento de regulamento quanto à veiculação de publicidade, o que foi praticado por ocasião da mesma partida Athletiba. Mais estranho é que a Procuradoria do TJD-PR, neste caso, sequer apresentou recurso. Alguém viu alguma repercussão a este respeito?

O Athletico não admite ser prejudicado desta maneira e exige que os membros do TJD-PR atuem com independência, de maneira impessoal, sem paixões clubísticas e em conformidade com o seu fundamento constitucional. É por isto que o Athletico, mais uma vez, vem a público manifestar o seu inconformismo e dar conhecimento aos torcedores athleticanos das injustiças havidas.

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