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Bolsonaro desiste de assinar MP que permitiria flexibilizar contratos de jogadores

    • Estadão Conteúdo
    • 17/06/2020 16:19
    Bolsonaro recuou sobre medida provisória do futebol
    Bolsonaro recuou sobre medida provisória do futebol| Foto: Isac Nóbrega/PR

    O governo federal desistiu de editar uma medida provisória que permitiria a flexibilização dos contratos firmados pelos clubes com os jogadores de futebol. A assinatura do texto estava prevista para esta quarta-feira (17), na agenda do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

    O documento seria assinado durante a cerimônia de posse do novo ministro das Comunicações, Fábio Faria. A MP permitiria aos times firmar contratos com os atletas por 30 dias - pela Lei Pelé, o vínculo mínimo é de 90 dias.

    A estratégia do governo é priorizar o projeto que tramita na Câmara envolvendo Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro, o ProFut. A proposta suspende o pagamento de dívidas dos clubes durante o período de calamidade pública relacionada ao novo coronavírus. A matéria está na pauta de votação da Casa desta quarta-feira.

    "Estava na agenda (a assinatura da MP), mas só que como a gente vai votar o (projeto do) Profut agora lá na Câmara, ia parecer uma competição de pautas", explicou o líder do governo na Câmara, deputado Vitor Hugo (PSL-GO). "Se algo essencial não conseguir ser tratado no Profut, aí a gente volta atrás com a medida provisória", acrescentou.

    Segundo o deputado, o projeto já foi amplamente debatido e assinar a medida agora traria a impressão de que o governo estava "cozinhando a Câmara". "A gente ficou tentando votar o Profut por três semanas e, na verdade, já estava discutido há quase dois meses", disse.

    A cerimônia de posse de Faria foi prestigiada pelo presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, e pelos jogadores Felipe Melo, do Palmeiras, e Alexandre Pato, do São Paulo. Eles foram cumprimentados nominalmente por Bolsonaro em sua fala.

    O chefe do Executivo defendeu que as torcidas se unam pela "democracia e liberdade do País". Desde o início de junho, integrantes de torcidas organizadas têm feito atos contra o governo.

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    Comentários [ 1 ]

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    • H

      helio

      ± 39 minutos

      Um trabalhador da iniciativa privada tem que aceitar redução de jornada e salário. Porque um jogador de futebol , não? Quer ajudar os clubes, legalize a redução temporária de salários milionários dos jogadores. Isentar os clubes de pgto de dividas é jogar no lombo do contribuinte mais um encargo. O futebol parece que vive à margem da lei. Não é público nem privado.

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