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Sem Ganso, mas com Neymar, que se tornou o novo rei da Vila Belmiro, o Santos bateu o Corinthians e ficou com o bicampeonato paulista. Foi mais um triunfo do competente Muricy Ramalho, que recuperou o Santos em momento de transição, devolvendo segurança defensiva ao time que possui um ataque mortal.

O paranaense Cuca ficou com o título mineiro, diminuindo um pouco a dor pela incrível eliminação do Cruzeiro na Libertadores e, no duelo entre as prima-donas gaúchas, Falcão venceu Renato na decisão por pênaltis.

Brasileiro

Enquanto o Santos tenta o título da Libertadores e Coritiba, Ceará, Avaí e Vasco o título da Copa do Brasil, todos os times têm uma semana para a largada do Cam­peonato Brasileiro.

Dos nossos representantes, o Paraná sofreu uma repaginação para tentar fazer boa figura na Segundona.

A escalação da nova equipe parece superior àquela que encerrou o Estadual com o estarrecedor rebaixamento. Ricardo Pinto, que entrou no olho do furacão – sem trocadilho com o clube onde se tornou ídolo –, fez o que pôde para tentar evitar a catástrofe, mas não conseguiu. Agora, com um elenco mais equilibrado, terá a oportunidade de mostrar o seu potencial como treinador da nova geração.

O Coritiba estreará diante do Atlético-GO, campeão estadual, com todas as possibilidades de somar três pontos logo na estreia. Antes, porém, terá de mostrar em Fortaleza porque é o maior candidato a conquista do título da Copa do Brasil. Pena que o time não esteja completo, pois Marcos Aurélio é peça importante e Bill pode fazer falta no jogo com o Ceará. Caberá a Leonardo e Rafinha, que retorna, somando-se a Davi, a responsabilidade de partir para cima do alvinegro cearense.

O Atlético continua caçando reforços, alguns de melhor nível do que os que foram contratados no começo do ano e vai estrear com o Galo, no terreiro mineiro.

A principal novidade atleticana da semana, além é claro da fraquejada do time que não segurou a vitória em São Januário, foi a apresentação do novo diretor de futebol. Com desenvoltura nas entrevistas, revelando confiança e otimismo, o que não é pouca coisa na desanimada diretoria do Furacão, Alfredo Ibiapina parece reunir talentos para ser uma espécie de João de Oliveira Franco em nova edição.

Para quem não lembra, Joãozinho foi um dos melhores dirigentes que o Atlético teve. Banqueiro; rico, por suposto; falante e chegado a um cheiro de Zig no vestiário, conquistou a simpatia da torcida e dos jogadores, sagrando-se bicampeão paranaense – 1982-83 – e quase levando o time até as finais do Cam­peonato Brasileiro em 1983.

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