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3 perguntas para...

Lucas Franzato, novo presidente do Cianorte.

Como é assumir a presidência do Cianorte com apenas 23 anos?

Eu nasci dentro do clube, então é ainda mais especial. Vivo o time desde 2002 junto com meu pai [Marco Antônio Franzato, ex-presidente]. É um desafio, mas ao mesmo tempo um prazer muito grande fazer parte da história. Vou resgatar o amor do torcedor pelo time.

Seu pai ameaçou fechar as portas…

Isso que nos motivou [a assumir]. A cada reunião que eu ia participar como ouvinte, doía o coração. Fui buscar parceiros.

Como pode contribuir com o clube?

O principal ponto é tratar o Cianorte como uma marca. Os torcedores são clientes. Estamos com várias ações para resgatar o amor pelo clube.

Desgastado com a diretoria do Paraná, o gerente de futebol, Alex Brasil, não deve ficar no Tricolor em 2014. O racha começou com a renovação de contrato de alguns jogadores, feita pela cúpula do clube, sem que houvesse consulta a Alex. "Vocês acham legal sentar com jogadores e renovar, sem eu saber?", indagou ele a um interlocutor da coluna.

Traição

Alex Brasil revelou ainda que teve "algumas propostas" para deixar o Tricolor durante a temporada, mas que teria ficado pelo compromisso com o Paraná. Ações que só aumentaram o sentimento de ter sido traído dentro do clube.

Chapa branca

A entrevista coletiva do técnico atleticano Vagner Mancini após o empate de quarta-feira por 1 a 1 com o Flamengo, no primeiro jogo da final da Copa do Brasil, ficou marcada por cenas clássicas do jornalismo chapa branca.

A pergunta...

Como boa parte dos entrevistadores era formada por integrantes dos veículos oficiais do Atlético, as perguntas formuladas não tinham nenhum censo crítico. O ápice foi quando um repórter jogou a bola quicando para Mancini. Que devolveu de canela.

... Oficial

"O Atlético criou várias chances... O Flamengo só chutou uma vez e levou sorte, né, Mancini?", cravou o profissional, misturando a pergunta a um comentário elogioso à atuação rubro-negra.

Faço como?

Sem saber direito como agir, Mancini se viu obrigado a discordar do colega de clube. "Não foram criadas muitas chances de gol no jogo", avisou, de maneira sucinta, o treinador, pulando para a próxima pergunta.

Arena nossa de casa dia

Ganhando forma

André Rodrigues/ Gazeta do Povo

A obra de reforma da Arena da Baixada ainda está longe de terminar – funcionará apenas em parte no primeiro jogo, dia 26 de janeiro, muito provavelmente em um amistoso dos operários que trabalham na construção do estádio. O lado de fora, porém, começa a ganhar forma. Boa parte do material de revestimento do complexo (foto) já foi instalado.

Tons de cinza

Antonio More/ Gazeta do Povo

A fachada principal do estádio, na Rua Buenos Aires, por sua vez, ficou cinza (foto), já que as pastilhas vermelhas que por anos caracterizaram a casa atleticana foram removidas.

Colaboraram: Fernando Rudnick, Leonardo Mendes Júnior e Nícolas França.

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