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Intervalo

Cafu barrado

A derrota para a Alemanha manchou a história do futebol brasileiro dentro de campo e teve um capítulo extra fora dele. Capitão do penta, em 2002, o ex-lateral Cafu foi até o vestiário, ao término da partida, para falar com os jogadores. Queria ajudar Felipão na dura tarefa de consolá-los. Acabou barrado por funcionários da CBF, a mando do presidente José Maria Marín. O cartola não queria estranhos no ambiente naquele momento. "Respeitei a decisão, até porque ele é o presidente, e saí. Conhecendo ou não futebol, ele é a autoridade máxima", disse, à Rádio CBN.

Entrevista da entrevista

A dificuldade de comunicação com os jogadores alemães gerou uma situação inusitada na zona mista do Mineirão. Após um deles dar entrevista para a imprensa de seu país, dois voluntários (um japonês e uma alemã) eram chamados por jornalistas de outros lugares para uma segunda entrevista. Em inglês, eles repassavam o que havia sido dito pelos algozes dos brasileiros.

Fuga e briga

Os cinco gols da Alemanha em 29 minutos desencadearam dois movimentos nas arquibancadas do Mineirão. Muitos torcedores foram embora antes mesmo do fim do primeiro tempo. Outros começaram a brigar, obrigando a ação dos stewards para apartar confusões e montar um cordão de isolamento em volta da torcida alemã.

Coro repetido

No embalo da goleada, sobrou para a presidente Dilma Rousseff. A petista, que havia posado na véspera do jogo fazendo um "É Tóis" em homenagem a Neymar, foi saudada com o coro "Ei, Dilma, vai tomar…", exatamente como havia acontecido no jogo de abertura, no Itaquerão. No segundo tempo, o mesmo grito foi adaptado para o atacante Fred.

Fred e eu

A irritação com o futebol de Fred foi precedida de bom humor da torcida. Antes do jogo começar, vários torcedores posavam com cones nas cercanias do estado dizendo que estavam tirando foto com o atacante.

"Espontâneo"

A hashtag #jogapraele, usada por David Luiz, Marcelo e Willian nas redes sociais, não foi apenas um apoio espontâneo a Neymar. Segundo o site Máquina do Esporte, foi parte da campanha publicitária da Sadia, patrocinadora da seleção brasileira, quem tem como mote a frase 'Joga pra mim'. Ontem, o próprio Neymar usou o #jogapramim para agradecer a força dos companheiros.

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