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A opção do Atlético de dar de ombros para o Estadual bate de frente com uma antiga promessa do presidente do clube, Mario Celso Petraglia. Em novembro de 2011, o grupo liderado pelo então candidato lançou um jornal publicitário prometendo, entre outras benesses, ganhar seis títulos paranaenses no período de dez anos – caso a chapa seguisse no poder. Vale lembrar que o mandato do dirigente termina em 2014.

... Mudança de rumo

Agora, em entrevista na semana passada ao site rubro-negro, Petraglia fez questão de ressaltar que o objetivo do clube é a Copa do Brasil e o Brasileiro. Ao Regional, palavras nada agradáveis: "Campeonato que não valorizamos, superado, que não leva a nada", cravou.

Sub-23 até o fim

Apesar da campanha cambaleante do time sub-23, MCP deixou claro a opção de usar o time de ponta a ponta no Paranaense: "Não se pretende que se ganhe o campeonatozinho com o sub-23, minha loucura não chega a tanto".

Eu quero o mundo

No mesmo informe publicitário editado pela CAPGigante, o grupo prometeu o mundo aos atleticanos. O grupo falava em conquistar um título brasileiro, duas Copas do Brasil, uma Libertadores, uma Sul-Americana e, é claro, o Mundial de Clubes. Na época a ala não soube explicar como tirar as ideias do papel.

Lucros imediatos

O Londrina começa a contabilizar dividendos com a boa campanha no Paranaense. Neste ano, nos dois jogos disputados em casa até esta rodada, o Tubarão contabilizou uma renda de R$ 181 mil. Na temporada passada, no mesmo período, o montante era de apenas R$ 78.120.

Mais gente no Café

O salto financeiro é reflexo da média de público, que passou de 1.837 para 3.449. Outro fator é o preço do ingresso. Os tíquetes mais caros são vendidos a R$ 60. O bilhete de arquibancada sai por R$ 40. Os números foram tirados dos borderôs fornecidos pela Federação Paranaense de Futebol (FPF).

AtletibaFachada nova

Daniel Castellano/Gazeta do Povo

As provocações deixaram de ser veladas por parte do Coritiba. O clube estampou na fachada do Couto Pereira, entre as ruas Mauá e Amâncio Moro, a seguinte slogan: Coritiba Foot Ball Club, nós construímos (foto).

Briga antiga

A frase é comum no discurso do presidente do clube, Vilson Ribeiro de Andrade. Sempre usada para lembrar que há verba pública na reforma da Arena, estádio rubro-negro. Foi o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TC-PR) quem classificou como dinheiro público a triangulação que envolve prefeitura de Curitiba–governo do estado–Atlético para a realização da obra.

Probleminha básico

Velho problema no Paraná. Torcedores que se associaram ao clube na semana passada, antes do confronto com o Londrina (quarta-feira), receberam apenas tíquetes avulsos para entrar no estádio ao invés do cartão de sócio. De acordo com o clube, houve problemas na confecção dos smart cards.

Culpa da demanda

Procurado pela coluna, Vladimir Carvalho, vice de mar­­ke­­­­ting do Tricolor, disse que a falta dos cartões não é normal e será regularizada nesta segunda-feira. Segundo ele, a grande procura pelos planos de sócios atrapalhou a logística do clube. "Também não queríamos que os torcedores ficassem muito tempo nas filas esperando pelo smart", explicou.

Colaborou: André Pugliesi.

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