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Intervalo

Resultado de auditoria permitirá chegada de mais dinheiro para a Arena

Obra do estádio teria atingido a meta que liberará o resíduo do primeiro empréstimo concedido pelo BNDES

A Pricewatterhouse&Coopers informou ontem à Fomento Paraná que a execução da reforma da Arena da Baixada atingiu, em 15/2, 90,6%. Esse porcentual permite o pedido ao BNDES para que sejam liberados os R$ 6,5 milhões residuais do primeiro empréstimo fornecido pelo banco federal, de R$ 131,1 milhões. A agência estadual já deu início a esse processo. A previsão é de que o dinheiro esteja liberado até a próxima semana.

Critérios

A medição da Price leva em consideração apenas o projeto de reforma, por isso o índice de 90,6%.

A medição do Atlético engloba reforma e a estrutura anterior aproveitada. Por isso, nas contas do clube, já beira os 95%.

Livro aberto

Na entrevista coletiva de segunda-feira, na Arena, o engenheiro Luiz Volpato disse que, se a Price quiser, o Atlético abre o detalhamento do custo de gestão da obra indicado no orçamento. Estimado em R$ 28 milhões, este item é dividido entre a CAP S/A e as demais empresas gestoras da intervenção no estádio.

Bilheteria

Flamengo (R$ 1,3 milhão), Cruzeiro (R$ 1,2 milhão) e Atlético-MG (R$ 1 milhão) foram os times com maior média de renda no Brasil em 2013, segundo a Pluri Consultoria.

Os paranaenses: Coritiba (18.°, R$ 226,9 mil); Londrina (31.°, R$ 142,7 mil); Atlético (32.°, R$ 138,2 mil) e Paraná (35.°, R$ 93,8 mil).

Acordo no Coxa

A diretoria e o elenco do Coritiba têm mantido conversas semanais sobre o atraso no direito de imagem de cinco jogadores: Deivid, Chico, Lincoln, Keirrison e Leandro Almeida. Segundo o presidente Vilson Ribeiro de Andrade, está próximo o fechamento de um acordo para que o clube parcele e pague os valores devidos. A dívida com Deivid, por exemplo, já beira um ano. O temor do clube é ter problemas trabalhistas com o não pagamento do bônus. A Justiça costuma considerar o direito de imagem como parte do salário.

Incorporado

Além de pagar os atrasados, a ideia do clube é que o direito de imagem seja incorporado ao salário em carteira dos cinco jogadores. Para contratos novos, já não há previsão de direito de imagem. Se o clube quiser explorar comercialmente o jogador, faz um contrato à parte. É o que foi feito com Júnior Urso na campanha de lançamento do terceiro uniforme.

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