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Chegou o nosso dia. Começa a Copa do Mundo para Curitiba, em partida que terá muita importância para o registro da cidade como participação do Mundial e nada muito além disso. Especialmente no mesmo dia em que Alemanha e Portugal se enfrentam em jogo de estreia, no penúltimo dia da primeira rodada dos grupos.

Pode não ser um clássico e certamente não o será. A Nigéria ainda teve alguns bons momentos em mundiais anteriores, mas não foi além da esperança. O Irã já está no lucro só em participar da Copa. Tanto que ontem os seus jogadores vibraram até mesmo no treino para conhecer o estádio e o gramado do velho Joaquim Américo, a nova Arena da Baixada, que finalmente tem seu dia de inauguração oficial.

Mas, seja como for, é um marco histórico e só se aguarda o melhor para a imagem da Baixada e de Curitiba, expostos aos 3 bilhões de espectadores de todo o mundo. E esse é, enfim, o grande legado da Copa.

Com direito até ao uso dos recursos do "gol tecnológico", validando um dos gols de ontem, da França, sobre Honduras, o Mundial transcorre sem grandes sobressaltos em seus primeiros dias. Confirma na festa de arquibancada a expectativa de muito interesse e vibração, passa por cima de algumas poucas manifestações oportunistas e, dentro de campo, exceto pela surpresa da Costa Rica vencendo o Uruguai, tudo segue seu percurso normal.

A começar pela seleção brasileira, que superou a pressão da partida de estreia com a virada sobre a Croácia e, acredita-se, estará mais à vontade para enfrentar o México na partida de amanhã, em Fortaleza. Os mexicanos tiveram de fazer três gols para valer um no triunfo sobre Camarões, mas não mostraram a mesma força e a mesma pegada de outros tempos, inclusive daquele confronto de final olímpica que venceram contra nós.

E ontem foi a vez da estreia argentina. Muito abaixo da expectativa, a marcação bósnia sobre Messi foi intensa e ele praticamente não conseguiu encontrar espaço. Na única chance, fez o gol que garantiu a vitória.

E para quem achou dureza a estreia do Brasil sobre a Croácia, a apertada vitória argentina mostrou que o nível técnico dessa Copa é muito equilibrado e que os detalhes farão a diferença.

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