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Com quatro minutos de jogo, o pessoal de Toledo compreendeu que não seria ontem o dia. O Paraná Clube entrou fulminante em campo e consolidou a vitória justamente nas primeiras finalizações, abatendo o oponente já de pronto e solidificando o resultado a partir dali, para chegar à expressiva goleada fora de casa.

Uma bela campanha, que consolida a primeira colocação neste turno e todos os privilégios de mando para a fase eliminatória, mesmo uma rodada antes do término do turno.

E agora pode ser até o fiel da balança para decretar o futuro do rival Atlético, no clássico da próxima quarta-feira, na Vila Capanema. Os rubro-negros ainda fazem conta, terminam a rodada ainda entre os classificados, mas veem ameaça pela frente. Estão no fio da navalha.

A proposta do Atlético era simples: entrar com todas as forças na Copa Libertadores da América e deixar por conta do vento a participação no Estadual. Afinal de contas, tinha material humano para a montagem de dois times, sem desgastar as principais estrelas nos compromissos pelo certame doméstico.

Não funcionou exatamente como o esperado e agora precisa, por segurança, pontuar no clássico para evitar qualquer dissabor inesperado.

Show à vista?

O futebol da seleção brasileira voltou a encantar o país. Que até havia deixado de ser o tal “país do futebol” nos últimos tempos, como consequência da queda técnica e de gestão do esporte no país e, também, de alguns retumbantes fracassos dentro de campo, como aquela dor profunda de uma tarde do Mineirão, na Copa do Mundo de 2014.

E se antes poucos se davam ao tempo de criar expectativa em torno de uma apresentação da seleção brasileira, as exibições mais recentes, sob o comando do técnico Tite, resgataram a confiança e, em boa parte, o orgulho do brasileiro em suas cores (ainda que não no todo, por conta do que os políticos andam fazendo com este país).

Amanhã nosso escrete estará novamente em campo. Favorito contra o Paraguai? Sim, mas sempre com aquela dose de prudência recomendada para a projeção de confrontos no futebol, pois nem sempre a lógica costuma prevalecer em situações assim. Ainda mais contra os paraguaios, que sabem armar um bom esquema defensivo e que, certamente, ficarão atrás, na espreita, aguardando uma oportunidade de escapada para surpreender lá na frente.

Mas não há como conter a ansiedade pela possibilidade de mais uma apresentação de futebol de primeira linha, técnico e objetivo, livre para executar jogadas individuais e para exercitar a criatividade sem as reprimendas que um esquema rígido e arcaico ceifava. Amanhã, portanto, o verdadeiro futebol brasileiro entra novamente em campo. Para se esperar o melhor.

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