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Olhar para a tabela de classificação do Bra­­si­­leirão Série A e B dá um desânimo que vou te contar... Pela elite, o Coxa não sai do meio da tabela, ensaiando vez ou outra uma subidinha e logo voltando ao ponto de partida. Seu posto preferido tem sido o décimo lugar, apesar de hoje estar em nono.

Mesmo se vencer a desejada, encantada e distante terceira partida fora de casa, amanhã, contra o Figueira, em Floripa, continuará na nona posição – ou alguém apostaria em derrota do Palmeiras para o lanterna América mineiro e o Porco ceder a oitava colocação para o time do Alto da Glória?

Enfim, a meiuca da tabela é o endereço com CEP já decorado pelos alviverdes. Dali, é o que parece, dificilmente sairá. O que não é de todo ruim. Pior seria acompanhar seu vizinho rubro-negro na soleira da tabela, uma espécie de sala de espera para ser chamado pelo tinhoso a acompanhá-lo à Segundona, no dia 4 de dezembro, três semanas antes do Natal – um presente desses é melhor permanecer embrulhado.

É justamente nesta antessala dos diabos que o Atlético permanece há 25 rodadas – é isso mesmo, meu Deus do céu? 25 rodadas? É.

Um dos poucos times de ponta que ainda não sentiram o desprazer da Série B – o Paraná que o diga –, desde o início dos pontos corridos, o Furacão está na iminência de voltar a disputar uma partida com o São Caetano (se é que o Azulão, último dentro da ZR da B, não despenca para a C), ou fazer um clássico inédito na Segunda Divisão com o seu vizinho da Rebouças – dificilmente o Tricolor da Vila precisará de caminhão de mudança para a temporada que vem. Já anote na agenda de 2012; o endereço do Paranito será o mesmo.

Mas, como diz o delegado Lopes, um dia de cada vez. Feliz­­mente dia 4 de dezembro ainda está longe.

Confesso que nunca havia ouvido falar na tal "Copa Roca", agora chamada de Superclássico das Américas. Saber agora do que se trata o torneio mudou radicalmente minha vida. As mesas de bares que me esperem.

A tal Copa Roca, envolvendo apenas as seleções de Brasil e Argentina, foi extinta em 1976 e ressuscitada agora por Ricardo Teixeira para arrecadar alguns trocados e dar algo para Mano Menezes se ocupar.

Um amistoso chinfrim, onde o combinado seria as duas seleções só usarem atletas atuando em seu território. Mas o que fa­­ziam Guiñazu, volante do Inter de Porto Alegre e Montillo, armador do Cruzeiro no time dos hermanos?

De resto, o time da Argentina era tão familiar quanto uma equipe de futebol do Kuwait.

Certo, deu para ver que Lucas é um nome para renovar a seleção junto a Neymar e Cortês seria mais uma opção para o prolixo Mano montar seu time para a Copa. Ótimo. O time está quase pronto. Os estádios estarão?

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