
Desde que o treinador Adilson Batista assumiu o Atlético, o atacante Guerrón diz ter mais liberdade de jogar, o que facilita a busca pelo gol. Em entrevista, o equatoriano também diz não guardar mágoa alguma do técnico, que não deu muitas oportunidades a ele no Cruzeiro.
Nos dois jogos sob o comando do Adilson Batista, voce fez os dois gols da equipe. Você acha que com o novo treinador voce esta no auge no Atlético? Qual a diferença para os antecessores?
Ainda está muito cedo pra falar em auge. Acho que tenho muito a apresentar e melhorar. A certeza que tenho é que estou no caminho certo. O Adílson é um treinador que já conhecia o meu modo de jogar e sabe como eu gosto de atuar. Agora, jogo um pouco mais avançado e mais de frente para o gol. Essa liberdade que estou tendo para ficar mais tempo próximo da área tem me ajudado muito.
Passou qualquer tipo de magoa por nao ter tido muita oportunidade com o Adilson no Cruzeiro?
Mágoa com ele não existe, muito pelo contrário. Ele é um treinador que ensinou muita coisa, principalmente quando cheguei ao Brasil, me ajudou na adaptação. Quando atuei pelo Cruzeiro, o plantel tinha vários jogadores de qualidade e essa disputa, somada ao período da minha adaptação, me dificultou um pouco, no começo. O que é normal para um jogador que vem de outro país. Se o Atlético vencer o Paranavai, sabado, o time terá um aproveitamento melhor que o Atlético de 2009, que foi campeao estadual. Hoje, ja tem um aproveitamento melhor que do ano passado. Voce acha que isso prova que a campanha nao é tão ruim, que o problema é a comparação com o desemepenho muito bom do Coritiba?
Nossa campanha é muito boa. Se você pegar os últimos 12 jogos, você verá que perdemos apenas uma vez. O Coritiba faz uma campanha muito boa, realmente. As críticas são normais, a cobrança sempre vai existir independente da fase, especialmente em um grande time. Precisamos de muito equilíbrio para manter o foco.



