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Na Baixada...

A sede paranaense se despede da Copa já de olho no Mundial de 2018. As arquibancadas curitibanas receberão uma amostra do que será visto daqui a quatro anos nos estádios russos: uma legião de sharapovas e ivan dragos. Dentro de campo, vale prestar atenção nos atacantes russo Alexander Kerzhakov e argelino Sofiane Feghouli.

Lembra daquela Copa?

Arquivo

Bélgica 1x1 Coreia do Sul

25/6 – Paris – França 1998

Toda Copa deveria ser em Paris. Depois de uma pelada padrão Fifa – e são muitas num torneio que conta com 32 seleções – uma flanadinha, seja lá por onde for, para aliviar a vista. Essa deve ter sido a conclusão de muita gente após o confronto há 16 anos. Precisando da vitória para sobreviver na competição, os belgas partiram enlouquecidamente ao ataque e marcaram logo aos 7, com Nills. Inúmeros erros de finalizações depois, já na etapa final, os coreanos empataram, com Yoo Sang-Chui, daquele jeito, praticando um esporte que lembrava muito futebol.

Craque do dia: Hazard

Laurent Dubrule / Reuters

A tão incensada geração belga tem em Eden Hazard seu principal expoente. O meia-atacante do Chelsea, de 23 anos, é rápido, técnico, ótimo driblador e também bom finalizador. Precisa, contudo, aprender a jogar mais para o time, como criticou publicamente o técnico José Mourinho, seu comandante na equipe de Londres. O belga sobra em talento, mas peca em comprometimento e dedicação. Para amadurecer, nada melhor que disputar a Copa do Mundo, quando Hazard terá a responsabilidade de conduzir a Bélgica a provar todo o seu potencial. Pressionado, o meia tentará mostrar que é uma realidade, não só promessa, e que está no nível dos melhores do mundo.

Fuja da bola

A Balada do Cárcere de Reading – Teatro

Argélia e Rússia fecham a participação de Curitiba na Copa. Comemore a liberdade curtindo a adaptação da obra-prima de Oscar Wilde. Horário: 21 h. Local: Teatro José Maria Santos. Preços: R$ 40 e R$ 20.

Tirolirolí, tirolirolá, Fuleiro!

A saideira de Curitiba na Copa tem um monte de sharapovas desconsoladas na arquibancada, com a derrota e eliminação russa para a Argélia. Vladimir Putín dá meia volta quando começa a subir a Brasílio Itiberê e vê ucranianos com pêssankas podres na mão para protestar contra a invasão da Crimeia.

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