
Disputando sua terceira Copa, o Equador tem no currículo uma participação nas oitavas de final em 2006, quando avançou em segundo num grupo com Alemanha, Polônia e Costa Rica. Agora, de volta após oito anos, os sul-americanos acreditam ser possível passar de fase novamente.
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"Não pegamos grandes potências. É um grupo forte, mas acessível. Todos os adversários são complicados. Por isso, a partir da estreia contra a Suíça, é preciso encarar cada jogo como uma final, mostrando nosso futebol e nossa intenção", afirmou o meia Christian Noboa, do CSKA de Moscou.
Para isso, além de Noboa, o time do técnico colombiano Reinaldo Rueda conta com dois Valencia: o meia Antonio (foto) e o atacante Enner, sem parentesco. Ele, porém, prefere colocar seu time mais no chão. "Fui o treinador da seleção de Honduras em 2010. Eles têm excelentes seres humanos no plantel. Serão adversários difíceis. Quanto à Suíça e à França, apesar do fato de serem europeus, têm estilos diferentes. Vai ser um grupo muito difícil", concluiu Rueda.







