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Jorginho defende trabalho no Coritiba após empate em casa: “Não sou mágico”

Jorginho, técnico do Coritiba, durante o empate com o Fortaleza no Couto Pereira (Foto: Albari Rosa / Foto Digital/Gazeta do Povo)

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Após o empate do Coritiba em 0 a 0 com o Fortaleza, neste sábado (10), no Couto Pereira, o técnico Jorginho desabafou sobre as cobranças que vem recebendo por parte da torcida: “Não sou mágico”.

O Coxa é o 18º na tabela de classificação, com 13 pontos e não vence há quatro jogos. O time tem o pior ataque do Brasileirão, ao lado do Athletico, com somente dez gols assinalados.

“Quero lembrar que eu cheguei aqui no ano passado faltando 15 jogos e consegui o objetivo. Não existe mágica, eu sou treinador, sou profissional de extrema competência, amo o que eu faço, mas nem sempre as coisas saem como planejamos”, afirmou em entrevista coletiva, lembrando que em 2019 conduziu o time à primeira divisão.

Tabela do Brasileirão 2020: veja a classificação e todos os jogos

O comandante confia na decisão da diretoria em relação ao seu trabalho e disse não levar em conta os recentes protestos de torcedores. A organizada Dragões Alviverde realizou um protesto pacífico antes do jogo em um trio elétrico nos arredores do estádio Couto Pereira.

“Meu trabalho está sendo mensurado por um mês e meio. A diretoria tem todo o direito e poder de decisão, mas não vou ficar preocupado com críticas”, explicou.

Na opinião de Jorginho, a situação do Coritiba pode melhorar desde que o trabalho possa ser realizado em tempo hábil. “Faltavam peças que estão chegando, mas precisamos de tempo. Não sou mágico”, arrematou.

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