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Futebol

Diante da Nova Zelândia, Brasil faz experiências antes de fase decisiva

Classificado por antecipação para as quartas de final, Mano decide fazer alguns testes antes do início do mata-mata

Apesar das experiências de Mano Menezes, Neymar (esq) segue no time titular | Mowa Press
Apesar das experiências de Mano Menezes, Neymar (esq) segue no time titular (Foto: Mowa Press)

A seleção masculina de futebol enfrenta a Nova Zelândia, às 10h30 (de Brasília). Esse é o último confronto da primeira fase e o Brasil já está garantido nas quartas de final.

Sem preocupações com a tabela, o técnico Mano Me­­ne­­zes poderá fazer alguns testes. O atacante Hulk, pendurado com um cartão amarelo será poupado, já que após o fim da primeira fase as advertências são zeradas – se levasse o segundo cartão, o jogador ficaria de fora da fase seguinte.

O substituto de Hulk deve ser Lucas. "Tenho grandes esperanças e estou pronto para entrar se o técnico decidir", declarou o jogador do São Paulo.

Paulo Henrique Ganso seria titular contra a Nova Zelândia no lugar de Oscar, mas sentiu dores na coxa esquerda, não treinou com o grupo ontem, e virou dúvida. Mano só vai saber se poderá contar com o meia santista pouco antes da partida.

O atacante Alexandre Pato, que iniciou a competição no banco e teve uma boa atuação contra a Bielorrússia, deve continuar no time titular. Assim, Leandro Damião permanece na reserva.

Mano não considera a Nova Zelândia um oponente fraco. "É uma equipe que trabalha bem a bola e está numa situação em que precisa vencer. É a única coisa que interessa a eles. Pode ser bem perigosa", declarou.

O rival ainda tem chances de classificação. Para tanto, precisa vencer o Brasil e torcer para um empate entre Bielorrúsia e Egito. O Brasil precisa de apenas um empate para garantir a liderança da chave. "Em nosso caso, é uma questão logística. Queremos jogar aqui [Newcastle, sábado] a primeira partida da próxima rodada, porque assim economizaremos em termos de recuperação física", explicou.

A vantagem de terminar em primeiro é a garantia de um adversário mais fraco, Honduras ou Marrocos.

Caso fique em segundo lugar, o Brasil encara o Japão, que derrotou a até então favorita Espanha, e tem 100% de aproveitamento.

Colaborou Rafaela Gabardo, especial para a Gazeta do Povo.

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