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Produtor de filmes B busca recursos para novo filme, em "O Crocodilo" | Divulgação/Downtown Filmes
Produtor de filmes B busca recursos para novo filme, em "O Crocodilo"| Foto: Divulgação/Downtown Filmes

Repercussão

As arbitragens têm sido alvo da ira do técnico do Atlético Antônio Lopes após os jogos do time no Campeonato Brasileiro. Assim como ocorreu contra o Grêmio, o Delegado não poupou críticas ao árbitro carioca Djalma José Beltrami Teixeira, que teria deixado de assinalar um pênalti claro em cima de Pedro Oldoni no primeiro tempo, o que resultou no empate diante do Corinthians

Futebol ruim e público pífio estão se tornando uma triste rotina em jogos do Atlético Paranaense na Arena da Baixada. Mas no mais novo capítulo da fraca campanha atleticana neste Brasileirão, o Rubro-Negro desta vez encontrou forças para evitar a derrota diante do Corinthians, e buscou o empate de 2 a 2, que veio aos 43 minutos.

O "número da sorte" brilhara no primeiro tempo, quando a torcida do Atlético empurrava a equipe para cima dos paulistas, em um confronto de "seis pontos" para fugir da zona de rebaixamento, e o time conseguiu a abertura do placar com a cabeçada do zagueiro Rhodolfo.

Mesmo na frente do marcador, algumas apostas e improvisos do técnico Antônio Lopes não funcionaram e o Alvinegro paulista tirou todo o proveito nos primeiros 15 minutos da etapa final. Primeiro contaram com uma "ajudinha" do goleiro Guilherme, que engoliu um frango em um momento crucial do jogo, quando o Furacão parecia próximo do segundo gol. Desorganizados e pressionados, os donos da casa sofreriam a virada pouco tempo depois, e o apoio deu lugar as vaias.

As modificações do Delegado também mostravam-se pouco produtivas e o Timão só administrava, quando Rogerinho, que acabara de entrar, fez jogada individual e chutou forte e cruzado. Para a alegria da torcida da casa, a bola bateu na zaga, entrou e salvou o time. Pelo menos nesta rodada, o Furacão não entrará na zona de rebaixamento, mas o empate mantém a equipe próxima ao "inferno".

O próximo desafio do Atlético será em Recife, contra o Sport e sua legião de ex-atleticanos. Já o Corinthians, ainda pressionado pela área do rebaixamento, recebe o Goiás.

Zagueiro resolve e coloca Furacão na frente

Com a necessidade da vitória recaindo sobre os dois lados, a partida prometia ser muito disputada e aberta. Nos primeiros 20 minutos, esse prognóstico até parecia que iria dar o tom do jogo, mas logo em seguida o que se viu foi o futebol sofrível de atleticanos e corintianos, com a demonstração do porquê que as duas equipes estão em dificuldade na competição.

Sem muita objetividade, poucos foram os momentos de emoção. O primeiro veio com a lesão do meia Dinelson, em uma jogada dividida. O apoiador acabou substituído e suspeita-se que o ex-jogador do Paraná tenha rompido os ligamentos do joelho direito. A segunda aconteceu quando Pedro Oldoni caiu na área e todo o estádio pediu pênalti.

O terceiro foi o de maior alegria do Atlético na primeira etapa. André Rocha bateu escanteio na cabeça de Rhodolfo, e o jovem zagueiro não perdeu a oportunidade para abrir o placar. O gol atenuou o futebol ruim, e desta forma as maiores emoções ficariam reservadas para o segundo tempo.

"Frango" e individualismo: Alternância marca o empate

Com Dinei apagado, Lopes resolveu colocar um apoiador de ofício no meio-campo, com a entrada de Kaio. O Atlético até melhorou e a tendência era de que o time chegasse logo ao segundo gol, caminhando assim para uma vitória tranqüila. Mas em um lance de bola parada, quase a equipe coloca tudo a perder.

O jovem Willian cobrou falta sem muita força, e o goleiro Guilherme acabou aceitando, em um verdadeiro "frango". O empate do adversário, logo aos sete minutos, desestabilizou o Furacão e o Corinthians passou a tomar conta do jogo, dominando o meio-campo e jogando com velocidade nos contra-ataques.

Em um deles, Willian passou pela defesa e chutou forte, desta vez sem chances para Guilherme. A virada foi ainda pior para os donos da casa, já que a desorganização dentro de campo ficou mais do que clara, e o Rubro-Negro não mostrava força para empatar.

Até quase conseguiu com a ajuda do goleiro Felipe. Nei chutou de longe, o goleiro do Alvinegro não cortou, e a bola explodiu na trave, passando na frente do gol com muito perigo. O Corinthians apenas administrava, e as jogadas individuais dominavam os ataques atleticanos. No melhor deles, Rogerinho fez o que quis em cima de Fábio Ferreira e chutou cruzado. A bola ainda bateu na defesa antes de entrar. A igualdade foi muito comemorada, mas não ajuda em muito a situação atleticana no Brasileirão.

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