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Paranaense

Feriado de Tiradentes pode garantir presença de Rafael Moura no Atletiba

Julgamento expulsão de atacante do Atlético diante do ACP pode ficar para depois dos clássicos decisivos do Estadual

Atacante Rafael Moura ainda não foi julgado por expulsão diante do ACP em 22 de março | Giuliano Gomes / Gazeta do Povo
Atacante Rafael Moura ainda não foi julgado por expulsão diante do ACP em 22 de março (Foto: Giuliano Gomes / Gazeta do Povo)

Expulso na partida diante do Paranavaí, no dia 22 de março, o atacante Rafael Moura ainda aguarda ser julgado pelo Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-PR). Porém, as chances do artilheiro desfalcar o Atlético nos clássicos decisivos, diante do Paraná e Coritiba, são pequenas.

De acordo com o advogado do clube, Domingos Moro, a expulsão do He-Man não consta da pauta de julgamentos do TJD nesta semana. "Para o clássico com o Paraná (no próximo domingo, 19), ele está liberado. Nesta semana, o nome dele não apareceu na pauta, pode ficar para semana que vem", disse.

No entanto, Moro lembra que o feriado de Tiradentes, na próxima terça (21), pode garantir a presença de Rafael Moura também no Atletiba do dia 26. "A Federação Paranaense estará fechada na segunda e terça que vem. O único dia de julgamento seria na quinta (23). Por isso, acredito na possibilidade de ficar mais para frente", explicou o advogado, avisando que uma outra possibilidade para que o julgamento aconteça antes do Atletiba seria uma convocação extraordinária do Tribunal.

Mas se o julgamento antes do Atletiba, Moro confia na participação do atacante, mesmo em caso de suspensão. "O Rafael Moura foi absolvido por unanimidade pela expulsão na partida contra o Iraty, válida pela 10ª rodada do Campeonato Paranaense. Isso facilita as coisas para ele".

O advogado ainda não sabe em quais artigos o jogador do Atlético será denunciado pela procuradoria no TJD dessa vez, mas disse que poderá recorrer ao um efeito suspensivo, caso exista punição. "Foi assim no ano passado com o Marcelo Ramos. Ele jogou a final graças ao efeito suspensivo", lembrou.

Em 2008, na véspera do segundo jogo da final do Estadual, o Atlético, defendido por Moro, conseguiu um efeito suspensivo ao atacante Marcelo Ramos, liberando o jogador para entrar em na final.

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