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Apito

Árbitro ignora pressão do Atlético; auxiliar estuda processar cartola

Cobrados e criticados publicamente pelo presidente do Atlético, Mario Celso Petraglia, o árbitro Adriano Milczvski e o auxiliar Roberto Braatz rebateram o dirigente. O bandeirinha, inclusive, promete estudar até mesmo um processo judicial por causa das insinuações do atleticano via Twitter, já com a bola rolando.

Pela rede de microblogs, Petraglia reclamou de um impedimento de Guerrón assinalado por Braatz e escreveu que se tratava do "si$tema funcionando", reforçando o que já vinha dizendo antes mesmo do clássico: que o Coritiba era beneficiado pelo apito. Para o auxiliar, o presidente do Rubro-Negro exagerou. "Já trabalhei em 10 finais de Paranaense e o Atlético foi campeão em no mínimo cinco delas. Não dá para entender o que o Petraglia pensa".

Primeira vítima das ironias do cartola pré-jogo, o árbitro decidiu nem ler a carta aberta publicada no site do Atlético. Esse documento trazia uma suposta preocupação do clube com a atuação do juiz, por causa de erros que teriam prejudicado o Furacão anteriormente. Pedia ainda para que Milczvski não tentasse "fazer parte da história do Coritiba". O apitador deu de ombros para a pressão. "Desde que fui escalado, foquei totalmente no jogo. Se eu perder tempo com esse tipo de coisa, tenho de parar de apitar".

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