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Ricardo Drubscky finalmente vai conhecer a Arena finalizada | Carlos Costa/Futura Press
Ricardo Drubscky finalmente vai conhecer a Arena finalizada| Foto: Carlos Costa/Futura Press

Técnico do Goiás, adversário do Atlético no domingo, às 19h30, em Curitiba, Ricardo Drubscky não tem dúvida sobre qual conselho daria a seu ex-time na preparação para 2015. Por experiência própria, a pré-temporada estendida, com mais de 100 dias de duração, precisa de ajustes. Testes regulares contra adversários qualificados podem evitar que Claudinei Oliveira tenha o mesmo destino do treinador mineiro em 2013.

"Para dar ritmo à equipe, propusemos ao presidente [Mario Celso] Petraglia fazer alguns jogos do Estadual, mas ele não concordou. Ficamos cinco meses treinando, fizemos poucas partidas com times de maior qualidade. Começamos a fazer isso só no começo da competição", contou Drubscky à Gazeta do Povo.

Na sexta rodada do daquele Brasileiro, após três empates diante da torcida em casas provisórias – Vila Olímpica do Boqueirão, Arena Joinville e Vila Capanema –, e apenas 33% de aproveitamento, Drubscky foi demitido. A aposta em manter o treinador que devolveu o clube à elite foi desmanchada na primeira rodada após a parada da Copa das Confederações. Vagner Mancini assumiu, fez acertos no sistema de jogo e levou o Rubro-Negro à Libertadores.

"Subimos à Primeira Divisão dentro do limite do que dava. O presidente avisou que haveria dificuldade. Hoje o time está com uma base interessante, no segundo ano seguido na Série A, consolidado. E a garotada continua firme...", fala o comandante do Esmeraldino. "Quis o destino que mesmo não estando presente ajudei na grande campanha do Mancini", completa.

Da base que terminou o Nacional em terceiro lugar, apenas o meia Paulo Baier não era titular com Drubscky. Foi o mineiro, inclusive, que lançou o atacante Éderson, que terminou como artilheiro do campeonato, com 21 gols. No ano anterior, o avante Marcelo Cirino, que estava emprestado ao Vitória, foi quem ganhou a chance. Fez 16 gols e despontou como principal talento atleticano.

"Desde 2008, quando era coordenador da base, captamos muitos dos jogadores que hoje estão no profissional, como o Marcos Guilherme, o Coutinho, o Nathan. É uma felicidade imensa poder jogar contra o Atlético nesse cenário. O Claudinei montou um time forte, apesar da juventude. [A demissão] fez parte do processo. A vida segue", termina o treinador, a quatro dias de conhecer a Arena.

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