
São poucos os jogadores que podem ser considerados indispensáveis para o Atlético na atual temporada. Nas últimas partidas, Paulo Baier tem mostrado que é um deles. No entanto, há outro jogador que o Rubro-Negro não sabe viver sem. É o zagueiro Manoel, que de cara ganhou a confiança e os créditos do técnico Juan Ramón Carrasco e assumiu o cargo de xerife da defesa atleticana, deixando de lado as polêmicas do passado chegou atrasado em algumas reapresentações.
Os números comprovam a importância. Manoel é disparado o atleta que mais defendeu o Furacão no ano. Das 35 partidas do time, ele atuou em 32 (91%). Mais do que isso: somente em uma vez não jogou do início ao fim. Não por acaso, está prestes a ultrapassar a barreira dos três mil minutos em campo na temporada. Para atingir a marca, precisa jogar mais 34 minutos, o que deve ocorrer no confronto com o CRB, sábado, em Maceió.
No quesito assiduidade, o restante do elenco está bem distante de Manoel. Na sequência aparecem o goleiro Rodolfo, que fez 24 jogos completos, o volante Deivid e o lateral-esquerdo Heracles, ambos com 23 partidas na conta.
O defensor, porém, ainda se ressente de um companheiro de zaga. O primeiro, Gustavo, poderia ser considerado o ideal, mas foi dispensado em abril. Antes da saída de Gustavo, o Atlético sofreu 12 gols em 21 jogos, 0,6 por partida. Depois, a média subiu para 1,1, com 15 tentos em 14 embates.
Manoel já formou parceria neste ano com Bruno Costa, Gabriel Marques e Renan Foguinho. Nenhum conseguiu se destacar ao lado do homem de confiança de Carrasco. O atual companheiro é o jovem Cleberson, o qual Manoel elogia, mas faz uma leve cobrança. "Ele entrou bem e está correspondendo. Mas tem de manter esse ritmo para que todos fiquem felizes com ele lá na frente". comentou.



