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Último triunfo ‘para valer’ do Atlético sobre o Coxa na Arena foi em 2005. Relembre o Atletiba

Em 2008 e 2011, triunfos não representaram final feliz para o Furacão que decide o Estadual contra o rival mais uma vez

Evandro fez o gol que garantiu vitória rubro-negra no Atletiba do Brasileiro de 2005. | RODOLFO BUHRER/Arquivo GRPCOM
Evandro fez o gol que garantiu vitória rubro-negra no Atletiba do Brasileiro de 2005. (Foto: RODOLFO BUHRER/Arquivo GRPCOM)

O ano de 2005 é de grandes recordações para o Atlético e marca a última vez que o torcedor saiu da Arena da Baixada satisfeito com uma vitória sobre o Coritiba. O triunfo por 1 a 0, na 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, veio com gol do garoto Evandro, meia na época recém-promovido da base rubro-negra.

A equipe daquele ano contava com nomes como o lateral Marcão, os volantes Alan Bahia e Cocito, e o atacante Aloísio Chulapa. O elenco conquistou o título paranaense, chegou a uma inédita final de Libertadores e terminou em sexto lugar no Nacional.

GALERIA: confira fotos de Atlético 1 x 0 Coritiba, em 2005

Desde então, foram 10 Atletibas por Paranaense e Brasileiro na Arena, com apenas duas vitórias dos mandantes, cinco empates e três derrotas. Mas nem mesmo os dois triunfos – na final do Estadual de 2008 e na última rodada do Brasileirão de 2011 – trazem boas lembranças para a torcida do Furacão.

Em 2008, a vitória por 2 a 1 deu o título local ao Coxa. Três anos mais tarde, o 1 a 0 não foi suficiente para evitar o rebaixamento para a Série B.

O jogo de 2005

Em meio à disputa da final da Libertadores em 2005, o Furacão enfrentou o arquirrival pelo Nacional em 10 de julho. O time ainda não havia vencido na competição e amargava a lanterna – até então eram sete derrotas e três empates. Mesmo assim, priorizando a decisão continental, Antônio Lopes optou por escalar os reservas no clássico.

Na época, o Furacão havia acabado de tentar – sem sucesso – decidir a Libertadores contra o São Paulo em sua casa. O clube instalou arquibancadas tubulares para alcançar a capacidade de 40 mil pessoas exigida. A iniciativa não foi aprovada pela Conmebol, mas os lugares provisórios ficaram para o Atletiba. No clássico, o público foi de aproximadamente 16 mil pessoas e muitos dos assentos das arquibancadas tubulares foram ocupados, já que o preço do ingresso era R$ 10.

Lopes armou um time sem atacantes, para descansar Aloísio e Lima, e apostou na mobilidade e velocidade do quarteto Evandro, Rodriguinho, Fernandinho e Rodrigo Beckham.

A partida ficou marcada também pela volta do atacante Dagoberto aos gramados, após grave lesão no joelho que o deixou afastado por nove meses. O avante, porém, ficou apenas 14 minutos em campo e sentiu outra contusão, na coxa direita. Ele deixou o campo e o time rubro-negro ficou com dez em campo nos dez minutos finais.

Antônio Lopes não escalou atacantes de ofício. O meia Evandro foi o camisa 9 e marcou o gol da vitória do Atlético. | RODOLFO BUHRER

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Antônio Lopes não escalou atacantes de ofício. O meia Evandro foi o camisa 9 e marcou o gol da vitória do Atlético.

O Atletiba marcou a volta de Dagoberto aos gramados depois de nove meses. | RODOLFO BUHRER

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O Atletiba marcou a volta de Dagoberto aos gramados depois de nove meses.

Dago, porém, voltou a se machucar e teve de ser substituído. | RODOLFO BUHRER

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Dago, porém, voltou a se machucar e teve de ser substituído.

Arquibancadas tubulares instaladas para a Libertadores foram utilizadas no Atletiba. | RODOLFO BUHRER

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Arquibancadas tubulares instaladas para a Libertadores foram utilizadas no Atletiba.

Atlético era comandado por Antônio Lopes. | RODOLFO BUHRER

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Atlético era comandado por Antônio Lopes.

Tiago Cardoso foi o titular do gol atleticano no clássico. | RODOLFO BUHRER

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Tiago Cardoso foi o titular do gol atleticano no clássico.

Cuca, hoje no Palmeiras, era o técnico do Coritiba na época. | RODOLFO BUHRER

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Cuca, hoje no Palmeiras, era o técnico do Coritiba na época.

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