
O Brasileiro de 2013 será jogado em um cenário completamente diferente do que o torcedor está acostumado. Mesmo que por vias tortas graças à gastança desenfreada de recursos públicos a bola vai rolar por aqui com um jeitão de campeonato na Europa.
Sete novíssimos estádios, chamados de arenas multi-usos (podem receber shows também), serão atrações. Maracanã, Mineirão, Nacional de Brasília, Arena Pernambuco, Castelão e Fonte Nova, todos erguidos para a Copa das Confederações, agora em junho, e do Mundo, no ano que vem de 2014. Além deles, há ainda a Arena do Grêmio.
Modernização estrutural que acarreta benefícios imediatos. O mais evidente é o conforto, tanto para os jogadores e profissionais envolvidos com o evento, quanto para a galera. Os estádios têm cadeiras, banheiros limpos, opções de alimentação variadas e segurança reforçada tudo isso, claro, representa um custo.
"As pessoas vão estar curiosas para conhecer estádios que até então não tínhamos no Brasil. Haverá também o crescimento no interesse de outros tipos de torcedores. Haverá quem ache o valor cobrado abusivo. Mas eles irão perceber que as arenas oferecem muitas novidades", analisa Francisco Santos, especialista em marketing esportivo.
A competição também sofrerá um incremento. Na valorização da imagem e, possivelmente, no crescimento da média de público. Fatores ainda impossíveis de dimensionar. "Em 2011, a média ficou em 14.936 pessoas por partida. Em 2012, foi ainda menor, 12.483. Acredito que essas novas praças esportivas terão um impacto positivo significativo nos números de 2013", prevê Amir Somoggi, consultor de marketing e gestão esportiva.







