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Britânia de 1919 – Vitor; Floriano e Cassou; Moura, Elias, Martin e Bassani; Maximino, Zito, Romualdo, Joaquim Martin e Ferreira. Time do bicampeonato de 1919, parte da primeira dinastia estadual, que duraria ainda outros quatro títulos.

Atlético de 1949 (foto abaixo)– Tão grave era o estrago imposto aos rivais que a imprensa vaticinou: "é um Furacão!". Nos 11 primeiros jogos do título, 49 gols. Feito da insaciável esquadra de Laio; Délcio e Waldomiro; Waldir, Wilson e Sanguinetti; Viana, Rui, Neno, Jackson e Cireno.

Arquivo / Museu do Atlético

Coritiba de 1956/1957 – Foi bicampeão estadual com o mesmíssimo time titular. Acompanhe: Hamílton; Fedato e Carazzai; Márcio, Bequinha e Guimarães; China, Miltinho, Ivo, Duílio e Ronald, dirigidos por Félix Magno.

Ferroviário de 1965 – O primeiro título do bicampeonato Boca-Negra, jornada magistral de Paulista; Antenor, Fernando Knaipp, Caçula e Celso; Sarará e Martins; Mário, Paulo Vecchio, Bídio e Humberto.

União Bandeirante de 1971 (foto abaixo)– Vice-campeão, enfrentar o conjunto do técnico De Sordi era um inferno. Como esquecer de Mão de Onça; Carlos Roberto, Xesco, Geraldo e Wílson; Tião Macalé e China; Nondas, Tião Abatiá, Paquito e Russinho.

Arquivo / GRPCom

Coritiba de 1973 (foto abaixo)– Ano mágico no Alto da Glória com o tri, a conquista do Torneio do Povo e o 5º lugar no Nacional. Graças ao timaço-aço de Jairo; Orlando, Oberdan, Cláudio e Nilo; Hildalgo e Negreiros; Leocádio, Zé Roberto, Tião Abatiá e Aladim.

Arquivo / GRPCom

Grêmio Maringá de 1977 (foto abaixo)– Bicampeão em 1963-64, o Galo voltou a mandar no futebol araucariano batendo o Coxa na decisão. Obra do escrete de Wagner; Nilo, Celso, Assis e Albérico; Didi, Ferreirinha, Nivaldo e Itamar; Freitas e Marquinhos.

Arquivo / GRPCom

Atlético de 1982 – Campeão invicto e o tão sonhado fim do jejum após 12 anos de espera para comemorar: Roberto Costa; Ariovaldo, Jair Gonçalves, Bianchi e Sérgio Moura; Jorge Luís, Lino e Nivaldo; Capitão, Washington e Assis.

Londrina de 1981 – O Tubarão não sabia o que era um título desde 1962. Ficou sabendo com o memorável time de Neneca; Toninho, Zequinha, Fernando e Zé Antônio; Luiz Gustavo, Zé Roberto e Nivaldo; Zé Dias, Paulinho e Carlos Henrique.

Paraná de 1992 – O Tricolor não foi campeão, algo meramente contingencial. Mas entrou para a história com Luis Henrique; Balu, Gralak, Servilho e Ednélson; João Antônio, Adoílson e Marquinhos Ferreira; Maurílio, Saulo e Serginho.

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