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Apoio violento – Em 1934, o Britânia perdeu por 2 a 1 para o Nacional, clube oriundo da Polícia Militar. Durante o jogo, um grupo de "cavalarianos" invadiu o campo e agrediu os britânicos.

Pancadaria – Pegar o Caramuru, em Castro, sempre era bronca pesada. Em 1960, o Coritiba vencia por 5 a 0 quando torcedores invadiram o campo e o pau foi generalizado.

Nada de gols – A sequência de Atletibas com mais público da história, mais de 150 mil pessoas nas bancadas da decisão de 1978. 270 minutos e nem um golzinho sequer! Foi para os pênaltis e deu Coxa (foto).

Arquivo/GRPCom

Cai-cai – A maior polêmica da história da disputa. O Cascavel simulou contusões? O Colorado "armou" para tirar o título da Serpente? No fim, os dois dividiram o título de 1980.

Sele-Boca 1984 – Em tese, era uma seleção montada pelo dirigente Aziz Domingos no Colorado. Na prática, o time recheado de medalhões terminou na terceira colocação.

Fórmulas esdrúxulas – O Paranaense é pródigo em regulamentos horrorosos, costurados para privilegiar acertos políticos. Até hoje ninguém entendeu os de 1975, 78, 83, 89, 90 96...

Bruxaria – Em 2005, o maior escândalo de corrupção da arbitragem local. Dos 13 envolvidos, seis foram banidos do futebol pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva.

Cemitério Pinheirão – A ideia nasceu ainda em 1956 e apenas nos anos 80 foi ficando com cara de estádio (foto), na mais estranha obsessão de Onaireves Moura. Foi fechado em 2007.

Arquivo/GRPCom

Timãozinho – A partir de 2009, o J. Malucelli travestiu-se de Corinthians Paranaense, em uma parceria com o Timão original. Golpe de marketing que não comoveu ninguém.

Supermando – Por causa de um regulamento mal redigido pela Federação, em 2009 e 2010 o campeonato deu ao melhor classificado a molezinha de jogar sempre em casa na fase final.

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