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’É melhor jogar no sintético do que em gramado ruim’, diz zagueiro do Coritiba sobre o Atletiba

Luccas Clarro, jogador do Coxa, diz que o j ogo vai mudar por causa do piso não natural, mas diz que é melhor do que alguns gramados usados pelo Coritiba neste Estadual

Irrigação da grama sintética na Arena. | Antônio More/Gazeta do Povo
Irrigação da grama sintética na Arena. (Foto: Antônio More/Gazeta do Povo)

Os jogadores do Coritiba tratam com estranheza o fato de jogar na grama sintética da Arena da Baixada, no clássico contra o Atlético, domingo (20), às 16h, pela penúltima rodada da fase classificatória do Paranaense.

“É claro que muda o jogo. Mas nós somos obrigados a jogar, e talvez seja melhor jogar na grama sintética do que em um gramado ruim como nós já jogamos no Estadual”, comenta o zagueiro Luccas Claro. O clube já jogou em Foz do Iguaçu, Toledo, Cornélio Procópio, entre os times do interior.

O volante Alan Santos conta que já jogou em um campo com piso artificial, nos Estados Unidos, pelo Santos, e não gostou da experiência. “Eu não achei muito bom. A bola corre muito mais. Espero que possamos nos adaptar o mais rápido possível, nos cinco, dez primeiros minutos. Vai ser um clássico com uma dificuldade a mais”, vislumbra o jogador do Coritiba.

O técnico Gilson Kleina também vê mudanças no perfil da partida. “Espero que os atletas que vão jogar entendam que é um gramado diferente, rápido, e que o jogo muda. A gente precisa de adaptar”, alerta o comandante alviverde.

Será o primeiro Atletiba após a implantação do novo gramado, e planejando uma adaptação melhor da equipe, o Coxa vai realizar dois treinos no campo artificial do Trieste, no bairro Santa Felicidade.

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