

1 de 17
Alex lamenta a desclassificação do Coritiba diante do Maringá

2 de 17
Geraldo entrou no segundo tempo, mas pouco fez no empate com o Maringá

3 de 17
Lateral Reginaldo, do Maringá, comemora a classificação à final na saída do técnico do Coritiba, Dado Cavalcanti

4 de 17
Torcida do Coritiba protesta contra a desclassificação diante do Maringá

5 de 17
Zagueiro Juninho comemora a classificação do Maringá diante do atancate Roni, do Coritiba

6 de 17
Cristiano comemora o gol do Maringá diante do Coxa na classificação à final do Paranaense

7 de 17
Alex é consolado por jogador do Maringá após desclassificação do Coritiba

8 de 17
Cristiano, do Maringá, disputa a bola com Carlinhos e Chico, do Coritiba

9 de 17
Roni é impedido pela defesa do Maringá

10 de 17
Lucca Claro chegou a marcar para o Coritiba, mas não foi suficiente diante do Maringá

11 de 17
Alex tenta armar jogada na partida do Coritiba com o Maringá

12 de 17
Robinho tenta armar jogada do Coritiba diante do Maringá

13 de 17
Atacante Roni, do Coritiba, tenta se livrar da marcação do Maringá

14 de 17
Goleiro Ednaldo espanta o perigo da área do Maringá

15 de 17
Victor Ferraz e Gil na marcação do Maringá

16 de 17
Victor Ferraz é marcado pelos jogadores do Maringá

17 de 17
Alex caído no chão na partida em que o Coxa foi desclassificado pelo Maringá
O Maringá rompeu a monotonia do Campeonato Paranaense. Após sete anos, a competição não terá a disputa pelo título polarizada entre a dupla Atletiba. Um feito raro, mas com forte dose de nostalgia. O time do Norte do estado passou à final ao empatar com o Coritiba por 1 a 1, ontem, no Couto Pereira. Impediu, assim, o Coxa de sagrar-se pentacampeão estadual, como o Grêmio Maringá havia feito 37 anos atrás. Em 1977, o Galo conquistou o título paranaense ao empatar também por 1 a 1, no Alto da Glória, e tirou do clube da capital o inédito heptacampeonato.
"Baixou espírito do Vagnão!", disse o volante Léo Maringá ao goleiro Ednaldo, na pequena área do gol de fundos do Couto Pereira, já com o jogo encerrado. Vágner, o Vagnão, pai de Léo, foi o goleiro do time campeão estadual de 77. Na decisão, suas defesas seguraram o Coritiba de Aladim e Eli Carlos. Ontem, Ednaldo repetiu a história. Fez três milagres: uma falta cobrada por Alex na forquilha, um chute à queima-roupa de Robinho e um tiro forte de Roni no canto esquerdo.
"Foi uma das melhores partidas da minha carreira, certamente a mais importante", disse o herói de 34 anos, ele mesmo com uma história especial para contar da semifinal. Entre 99 e 2002, Ednaldo jogou na base do Coritiba. Morou dois anos no Couto Pereira e foi dispensado pelo então supervisor Oscar Yamato. "Como morei aqui, posso dizer que joguei em casa", afirmou Ednaldo.
Será na sua casa de fato que o Maringá decidirá o título estadual. Com 27 pontos no acumulado das três fases, a Zebra, apelido do clube, não pode ser superada por Londrina ou Atlético, que fazem a outra semifinal, quarta-feira. Assim, o primeiro jogo será domingo que vem, na Vila Capanema ou no Café. A volta, dia 13 de abril, no Willie Davids.
"Como a gente é de Maringá, torce para que o adversário seja o Londrina", provocou Léo, confiante em repetir o feito do pai. "Conversei com o meu pai e ele falou que era impressionante como tudo estava repetindo 1977. Quando vi o Ednaldo pegando tudo, vi que era nosso. Agora, vamos buscar o título."
Coritiba 1 x 1 Maringá



