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Para o ex-presidente alviverde Vilson Ribeiro de Andrade, o uso compartilhado com Atlético e Paraná da Arena da Baixada é inviável. | Henry Milléo/Gazeta do Povo
Para o ex-presidente alviverde Vilson Ribeiro de Andrade, o uso compartilhado com Atlético e Paraná da Arena da Baixada é inviável.| Foto: Henry Milléo/Gazeta do Povo

A proposta do ex-presidente do Coritiba Giovani Gionédis para que o Coxa e Paraná dividissem com o Atlético seus mandos de jogos na Arena da Baixada não é viável na opinião de outro ex-mandatário alviverde, Vilson Ribeiro de Andrade, que deixou o comando do clube no fim de 2014 para dar lugar a Rogério Bacellar. Gionédis sugeriu o uso único da Baixada dez anos depois de o Coxa negar a cessão do Couto ao Furacão na decisão da Libertadores de 2005 alegando na época que o estádio não comportava os 40 mil torcedores exigidos pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). Com isso, o Atlético teve de jogar a final com o São Paulo no Beira-Rio, em Porto Alegre.

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“Culturalmente temos uma série de empecilhos para que isso aconteça. São muitas barreiras a serem vencidas. Não vejo condições”, disse Vilson, citando também os problemas enfrentados pelo Atlético para honrar os pagamentos do financiamento da reforma da Arena.

Sobre a proximidade atual das diretorias da dupla Atletiba, com o Coxa cedendo o Couto Pereira ao rival, já que a Arena recebe show do cantor inglês Rod Stewart nesta quinta-feira (17), Vilson diz que enquanto esteve à frente do Coritiba não havia como fazer o mesmo. Tanto que em 2012 o Coxa não cedeu seu estádio para o Atlético, que estava com a Arena em reforma para a Copa. Na época, o presidente rubro-negro, Mario Celso Petraglia, decidiu solicitar o Couto diretamente à Federação Paranaense de Futebol (FPF) antes de falar com a diretoria alviverde.

“Não conheço os detalhes da relação das equipes atualmente, por isso não posso opinar. Mas naquele momento tomamos a atitude de não emprestar o Couto pela imposição feita pela Federação, que foi uma agressão ao Coritiba. Tanto que ganhamos no TJD e no STJD o direito de não emprestarmos”, conclui Vilson.

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