
As obras da reforma da reta da Mauá do Couto Pereira completaram ontem 50 dias e até agora o clube não sabe o que fazer com os assentos retirados do setor no local serão instaladas novas cadeiras, de alto padrão, além de camarotes. O certo, porém, é que eles não serão transferidos para a curva de entrada do estádio, onde as arquibancadas permanecem no concreto.
O Coxa não ouviu os torcedores de forma oficial, mas assim que foi cogitada a hipótese de levar para lá os assentos, recebeu rejeição imediata nos bastidores. Com a reaproximação do clube com a principal organizada, a Império Alviverde, a diretoria entendeu que o desgaste não valeria a pena, já que o local é onde a torcida fica durante os jogos. "A diretoria não iria passar a cadeira para lá, porque é um local que a torcida fica muito em pé, cantando, o que sobrou do futebol antigo", comentou o presidente da Império, Reimackler Graboski.
Internamente, uma das justificativas para que a curva de entrada siga como é hoje é o aumento do preço dos ingressos e do planos de sócio hoje custam R$ 95,00 por jogo e R$ 65,00 por mês, respectivamente. O preço teria de ser equiparado ao atual setor Mauá, no qual os sócios pagam R$ 90,00 mensais e os bilhetes avulsos valem R$ 120,00.
Essa decisão iria na contramão dos estádios padrão Fifa que estão prontos ou em construção para a Copa de 2014, que são integralmente preenchidos por cadeiras. No entanto, iria na mesma direção de Grêmio a Arena do Grêmio tem uma área atrás do gol sem cadeiras e Atlético, que após o Mundial vai manter um setor no concreto.
A primeira hipótese é utilizar os assentos na curva da Mauá, para a reposição dos espaços vagos naquela curva. Segundo o superintendente executivo do clube, José Rodolfo Gonçalves Leite, as obras do novo setor estão dentro do cronograma, que prevê a inauguração em julho de 2014.







