Técnico do Coritiba, Paulo César Carpegiani, reforçou a necessidade de manter o 100% no Couto Pereira. | Daniel Castellano/Gazeta do Povo
Técnico do Coritiba, Paulo César Carpegiani, reforçou a necessidade de manter o 100% no Couto Pereira.| Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo

A derrota para a Chapecoense por 1 a 0 domingo (11), em Chapecó (SC), trouxe duas consequências diretas ao Coritiba, que não perdia há cinco rodadas no Brasileiro.

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A primeira é a ausência de Neto Berola pelo restante da temporada após o atacante fraturar o tornozelo direito como consequência de um pisão do zagueiro Thiego. A segunda é que, sem conseguir abrir distância para a zona de rebaixamento, o duelo desta quarta-feira (14), às 21h45, contra o Corinthians, no Couto Pereira, virou obrigação.

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Quem avisa é o próprio técnico Paulo César Carpegiani. “Temos uma meta que é vencer o Corinthians dentro de casa. Clube de grande tradição, que está tentando as primeiras colocações, G4. Mas é nossa obrigação [vencer]”, fala o comandante, que ainda não havia sido derrotado na Série A.

O Coxa segue com 29 pontos, fora da zona de rebaixamento após o fim da 24.ª rodada, mas pode voltar para ZR em caso de novo revés. Depois do Timão, o clube paranaense ainda enfrenta Sport e Palmeiras, ambos fora de casa, antes de encarar um rival argentino na Sul-Americana (Estudiantes ou Belgrano).

“Temos uma tabela ingrata. Também a própria Sul-Americana, com jogos muito difíceis. Talvez mais na frente a gente respire um pouquinho”, avalia o treinador, que saiu satisfeito com desempenho de sua equipe contra a Chape.

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O Alviverde criou, tanto que finalizou 17 vezes – oito na meta do goleiro Danilo, destaque da partida com pelo menos quatro defesas de alto grau de dificuldade.

A lamentação de Carpegiani foi justamente pelas trocas forçadas, que mudaram o plano de jogo em menos de meia hora e limitaram a possibilidade de correção de curso após o centroavante Kempes abrir o placar aos 25/2º, escorando de cabeça um cruzamento de Arthur Maia.

“As duas lesões que tivemos no primeiro tempo [Neto Berola e Walisson Maia], uma delas até como uma certa maldade, acabaram nos prejudicando”, confessou o técnico.

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