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Série B

Frágil pelo alto, Paraná leva virada e se aproxima da ZR

Com dois gols após cruzamento, problema crônico do time, Tricolor perdeu para a Ponte Preta por 2 a 1 na VIla Capanema

Edno empatou o jogo para a Ponte Preta. Pouco depois, o time paulista virou o jogo | Felipe Rosa / Tribuna
Edno empatou o jogo para a Ponte Preta. Pouco depois, o time paulista virou o jogo (Foto: Felipe Rosa / Tribuna)
César fez o gol da virada e da vitória da Ponte Preta na Vila |

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César fez o gol da virada e da vitória da Ponte Preta na Vila

Carlinhos Miranda abriu o placar para o Paraná |

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Carlinhos Miranda abriu o placar para o Paraná

Giancarlo criou chance de gol logo no início da partida |

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Giancarlo criou chance de gol logo no início da partida

Edson Sitta sobe para dominar a bola no peito |

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Edson Sitta sobe para dominar a bola no peito

Henrique Santos saiu no intervalo lesionado |

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Henrique Santos saiu no intervalo lesionado

Zaga lamenta gol que veio depois de falha na bola aérea |

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Zaga lamenta gol que veio depois de falha na bola aérea

Jogando em casa e com o seu maior público no ano na Vila Capanema, o Paraná viu na noite de ontem o otimismo ser dilacerado em duas cabeçadas. Foi pelo alto que a Ponte Preta encontrou a virada no placar: 2 a 1. Justamente a jogada mais cobrada no elenco tricolor e que tem sido problema crônico nesta Série B. Carlinhos Miranda fez para o time da casa; Edno e César decretaram a reação da Macaca.

Veja fotos do duelo entre Paraná e Ponte Preta

"Demos mole", resumiu o volante Edson Sitta. "A gente saiu na frente jogando bem e depois tivemos vacilos. Tomamos gols bestas", completou o lateral-direito Carlinhos Miranda, que teve seu primeiro gol pelo clube ofuscado pelo péssimo resultado. No fim do duelo, parte dos 4.636 torcedores nas arquibancadas vaiou a equipe.

Para o técnico Claudinei Oliveira, o time se perdeu de­­pois de sair na frente. "Tivemos pressa para jogar, erramos muitos passes e não tivemos a posse de bola. Forçamos o jogo quando não precisávamos", continuou, insatisfeito com o desequilíbrio emocional em campo.

Problema típico de quem aposta em um elenco inexperiente, especialmen­te no banco de reservas. "Pre­­cisamos de opções em várias posições. Já estamos atrás. Temos bons jovens e sa­­bemos que eles ainda oscilarão. Não pode­­mos botar todo o peso neles", expli­­cou.

A maneira repetida de sofrer os gols também gerou fortes co­­bran­­ças no vestiário, inclusive entre os próprios atletas. "São lances que ressaltamos nos treinos. Com todo o respeito à Ponte Preta, mas ficaria preocupado se os jogadores achassem normal perder para a Ponte Preta em casa. Não é", disparou Oliveira, expulso pelo árbitro Francisco Almeida Filho após o segundo gol visitante, quando reclamou de uma inversão de falta no lance.

A derrota, junto com uma rodada desfavorável, colocou o Paraná na 15.ª posição, com os mesmos oito pontos do Boa, primeiro time na zona de rebaixamento. Em parte, reflexo de um extracampo turbulento, com salários atrasados e dirigente e jogadores deixando o clube.

Paraná 1x2 Ponte Preta

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