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Paraná usa trauma de 2015 como alerta em ‘decisão’ com o Estanciano

Tricolor depende de empate sem gols com time sergipano, nesta quinta-feira, na Vila, para se classificar à segunda fase. Eliminação para o Jacuipense, em 2015, mantém o time alerta

Treino do Paraná: time fala em ignorar vantagem contra o Estanciano para não se complicar. | Daniel Castellano/Gazeta do Povo
Treino do Paraná: time fala em ignorar vantagem contra o Estanciano para não se complicar. (Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo)

O Paraná recebe o Estanciano-SE, na noite desta quinta-feira (21), às 19h15, na Vila Capanema, tendo o passado recente como alerta. Em 2015, contra o modesto Jacuipense, o Tricolor amargou uma dura eliminação na primeira fase da Copa do Brasil.

Naquela ocasião, o time da Vila jogava por um empate, mas perdeu no tempo normal (1 a 0) e caiu definitivamente nos pênaltis. Desta vez, a equipe de Claudinei Oliveira ficou no 1 a 1 no Sergipe e tem como vantagem avançar com um empate sem gols em casa.

“A gente tem de encarar como o jogo da nossa vida. Temos uma lembrança negativa do ano passado, com a eliminação em casa. Venho cobrando para que a gente tenha foco nesse jogo. Temos de respeitar o adversário e encarar como uma decisão”, alertou o goleiro Marcos.

A preocupação se justifica pelo retrospecto. Nos últimos anos, o clube tem se complicado contra times de pouca expressão nacional. A sina começou em 1999, quando o Camaçari despachou o Tricolor.

FICHA TÉCNICA: veja como entrarão em campo Paraná e Estanciano

Mais recentemente, em 2013, o São Bernardo tratou de encerrar precocemente a participação paranista no torneio mata-mata. E, por fim, o Jacuipense atravessou o caminho tricolor no ano passado.

Assim, o experiente Marcos ressalta a relevância da partida para o clube e destaca a postura que o adversário deve adotar. “A Copa do Brasil é um campeonato importante para o clube, até financeiramente. Vai ser um jogo complicado, é uma equipe forte e eles vão dar tudo o que têm nesse jogo”, opinou. Ele se refere aos R$ 300 mil de premiação embolsada por quem se classificar à segunda fase.

Artilheiro do time na temporada, com 9 gols, o atacante Lúcio Flávio minimiza a menor expressão da equipe sergipana e aposta no fator casa como o diferencial do Tricolor para buscar a classificação. “Você vai falar de nome, que camisa pesa, mas hoje não tem mais isso. A gente foi jogar lá em Sergipe e foi muito difícil. Jogando em casa, temos tudo para pressionar e conseguir a vitória”, sentenciou.

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