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Copa do Brasil

Inter prevê pressão no Alto da Glória, mas nega preocupação

"Será um caldeirão dentro de campo", diz presidente colorado, Vitória Piffero. Giuliano, ex-Paraná, diz que é bom jogar no Couto Pereira

O Inter não tem a menor dúvida de que o jogo contra o Coritiba, quarta-feira, será uma batalha. Mas espera que a luta seja apenas dentro de campo. O clube gaúcho prega paz para a partida de volta das semifinais da Copa do Brasil, no Couto Pereira. Após o primeiro duelo, no Beira-Rio, o técnico Tite acusou o adversário de ser violento para parar os jogadores colorados, especialmente Nilmar.

"Vai ter uma pressão normal. É o jogo que define um dos finalistas da Copa do Brasil. Assim como recebemos bem os torcedores do Coritiba em Porto Alegre, temos certeza de que seremos bem recebidos lá. Será um caldeirão, mas dentro de campo", disse o presidente do Inter, Vitório Piffero, em entrevista para a Rádio Gaúcha.

O meia Giuliano, ex-Paraná, também espera pressão, mas lembra que o campo é bom e pode facilitar a vida do Inter, um time bastante técnico.

"O campo lá é grande, bom de jogar. O Coritiba virá para cima porque precisa do resultado. Como temos o Taison, que é muito rápido, e o Alecsandro, que faz bem o pivô, poderemos aproveitar isso", disse o meia, que ficará na reserva na quarta.

A vitória por 3 a 1 no primeiro jogo dá ao Inter a possibilidade de perder por um gol de diferença e ficar com a vaga na final mesmo assim. Até derrota por dois gols serve, mas a partir do 4 a 2.

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