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Chuncho assumido - Lin Miaoke, a menina que encantou o mundo cantando "Ode à Pátria", na verdade estava dublando. A verdadeira dona da voz, Yang Peiyi, não foi considerada bonita o suficiente para aparecer diante das câmeras.

Decepção - A China fez de tudo para esconder a lesão no calcanhar-de-aquiles de Liu Xiang, ouro nos 110 m com barreiras em Atenas. Teve de engolir a desistência do corredor na pista, antes da primeira eliminatória.

Carinha de nenê - Reportagem do The New York Times revelou que três ginastas chinesas tinham menos de 16 anos – idade mínima permitida. A delegação norte-americana protestou e a Federação Internacional de Ginástica prometeu investigar.

Tibete proibido - No dia 13, o jornalista inglês John Ray foi preso por cobrir o protesto de oito pessoas pela independência do Tibete.

Paranóia - Campeão da categoria leve do judô, Elnur Mammadli levou um tranco de três seguranças quando se dirigia à arquibancada para pegar uma bandeira do Azerbaijão. Os agentes temiam um protesto político.

Liberdade? - Apesar das promessas de liberdade para a imprensa mundial, o governo chinês não teve pudor de censurar diversos sites que na sua visão poderiam denegrir a imagem do país.

Controle total - O tradutor da entrevista dos vencedores da prova carabina de ar 10m, na qual o sul-coreano Jin Jong-oh foi medalha de prata e o norte-coreano Kim Jong-su bronze, se recusou a transmitir ao primeiro a pergunta "Vocês se cumprimentaram ou conversaram no pódio?" Segundo ele, o assunto não poderia ser abordado por não ter relação com os Jogos.

Torcida mecânica - Como parte importante dos Jogos, a torcida chinesa foi previamente ensinada a torcer nas competições. Assim, nos ginásios e arenas se repetiam os mesmos gritos e coreografias simples de braços.

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