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Com clima tenso, jogadores clamam por paz antes de Brasil e Argentina: ‘Somos irmãos’

Os capitães Marcelinho Huertas e Luis Scola pedem à torcida espírito olímpico antes da partida. | Albari Rosa/Gazeta do Povo
Os capitães Marcelinho Huertas e Luis Scola pedem à torcida espírito olímpico antes da partida. (Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo)

Antes da partida entre Brasil e Argentina no basquete masculino na tarde deste sábado (13), os dois capitães pediram às torcidas que deixassem a animosidade de lado e torcessem com civilidade. A partida preocupa a organização da Rio-2016 pelas constantes provocações de torcedores brasileiros e argentinos na maioria das competições, o que gerou até briga em um jogo de tênis. Para evitar confusão, a Força Nacional reforçou o efetivo de policiais na Arena Carioca 1 durante a partida.

“Somos irmãos latino-americanos e contamos com vocês para celebrar o espirito olímpico”, discursou o capitão brasileiro Marcelinho Huertas.

Ao passar a palavra para o capitão argentino Luis Scola, houve vaias, que cessaram rapidamente. A torcida atendeu o pedido de Marcelinho, que fez sinal com a mão para que a torcida parasse de vaiar.

“Em nome de toda a equipe argentina, gostaria de pedir a vocês que torcessem com civilidade e muito respeito”, declarou o argentino que, junto com a outra estrela remanescente da equipe campeã olímpica em Atenas-2004 já reclamou do comportamento dos torcedores argentinos na Rio-2016. “A mim me parece uma imbecilidade trazer a rivalidade de um esporte que não é o que praticamos”, reclamou o pivô após a vitória na estreia sobre a Nigéria, quando torcedores argentinos provocaram os brasileiros com referência ao 7 a 1 para a Alemanha na Copa de 2014.

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