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RIO-2016

Conheça a história dos 23 paranaenses na Paralimpíada do Rio

  • Robson Martins
Flávio Reitz em ação no salto em altura. | Daniel  Zappe/ MPIX
Flávio Reitz em ação no salto em altura. Daniel Zappe/ MPIX
 
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TOPO

Restando cerca de dez dias para o início da Paralimpíada do Rio de Janeiro, os representantes paranaenses fazem os últimos treinos antes de começar a competição. No total, serão 23 atletas, quase o dobro dos 13 que estiveram em Londres em 2012. A disputa começa dia 7/9 e vai até 18/9.

Confira abaixo a modalidade de cada um e as suas histórias de vida. As informações foram fornecidas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB)

ATLETISMO

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Aline dos Santos RochaDaniel Zappe/ MPIX

1- Aline dos Santos Rocha, 25 anos, natural de Pinhão. Já foi campeã na Maratona de Duluth, em 2016, em Minnesota (EUA), e terceiro lugar na Maratona de Oita 2015, no Japão. História: Aos 15 anos, sofreu um acidente automobilístico que lhe causou uma lesão medular e a perda dos movimentos das pernas. Aos 19 anos conheceu o basquete de cadeira de rodas e em seguida o atletismo.

2- Edevaldo Pereira da Silva, 35 anos, natural de Faxinal. História: Nasceu com má formação na perna esquerda, que é mais curta 5,5 cm. Tinha como hobby jogar futebol e, ao sentir dores na perna direita, procurou o médico e descobriu que possuía uma displasia. Depois disso conheceu o atletismo paraolímpico.

3- Flávio Reitz, 29 anos, natural de Francisco Beltrão. Já foi prata no salto em altura nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015. História: Descobriu um tumor no fêmur da perna esquerda aos 15 anos e, no fim de 2002, teve de amputar o membro por completo. Em 2008, começou a praticar handebol em cadeira de rodas e conheceu o atletismo no ano seguinte. O paranaense mostrava facilidade em pular muros e cadeiras apenas com a perna direita. Logo quando começou a saltar em competições, conquistou o recorde brasileiro.

4- Indayana Pedrina Moia Martins do Couto, 27 anos, natural de Ivaiporã. História: Iniciou no atletismo em 2004, numa Associação de Deficientes Visuais, primeiramente com o objetivo de se reabilitar.

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Lorena Salvatini SpoladoreWashington Alves/MPIX/CPB

5- Lorena Salvatini Spoladore, 20 anos, natural de Maringá. Já foi bronze no salto em distância nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015, prata no salto em distância no Mundial de Doha 2015 e ouro no salto em distância no Mundial de Lyon 2013. História: Devido a um glaucoma congênito desde os primeiros dias de vida, perdeu a visão gradativamente. A família mudou-se para Goiânia em busca de tratamento, mas, aos 4 anos, Lorena já tinha 95% da vista comprometida. Dois anos mais tarde, ficou totalmente cega. Sua história no esporte começou aos 9 anos no balé e em seguida utilizou sua força e elasticidade na prática do atletismo.

BOCHA

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Eliseu dos SantosGuilherme Taboada/CPB

6- Eliseu dos Santos, 39 anos, natural de Telêmaco Borba. Já foi ouro no individual e nos pares nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; bronze no individual e ouro nos pares nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012; bronze no individual e ouro nos pares nos Jogos Paralímpicos de Pequim 2008. História: Devido a uma distrofia muscular, Eliseu perdeu gradativamente os movimentos dos membros superiores. Conheceu a bocha aos 29 anos. Contará com a companhia do irmão Marcelo dos Santos nos Jogos do Rio 2016.

7- Marcelo dos Santos, 43 anos, natural de Telêmaco Borba (PR). Já foi ouro nos pares e bronze no individual nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; prata nos pares no Mundial da China 2014. História: Nasceu com distrofia muscular progressiva. Iniciou na bocha em 2007, por influência do irmão e também atleta da modalidade, Eliseu dos Santos. Competiu oficialmente pela primeira vez em 2009, no Regional Sul e, desde então, veio evoluindo gradativamente. Fará sua primeira participação em Jogos Paralímpicos.

CANOAGEM

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Igor Alex TofaliniReprodução

8- Igor Alex Tofalini, 33 anos, natural de Cambé. História: Em novembro de 2011, o atleta participava de um rodeio profissional quando sofreu um acidente que lesionou sua medula espinhal, ficando paraplégico. Iniciou no paradesporto com a natação e, depois, passou para a canoagem, no Iate Clube de Londrina.

9- Mari Christina Santilli, 38 anos, natural de Curitiba. História: Depois de um acidente de moto, Mari teve sua perna esquerda amputada abaixo do joelho. Sempre foi ligada ao esporte e, depois do ocorrido, passou a se dedicar à natação paralímpica. Na sequência foi para o remo, passando para a canoagem em 2014.

CICLISMO

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Jady Martins MalavazziInstituto Mara Gabrilli

10- Jady Martins Malavazzi, 21 anos, natural de Jandaia do Sul. Já foi campeã na prova de estrada da etapa de Colônia (ALE) do Campeonato Europeu 2016 e prata na prova de estrada nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara 2011. História: Perdeu o movimento das pernas aos 13 anos de idade, depois de um acidente de carro. Logo após sua recuperação, começou a jogar basquete. Em 2011, passou para o ciclismo e, de cara, já foi ao primeiro Parapan, em Guadalajara.

ESGRIMA DE CADEIRA DE RODA

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Rodrigo Massarutt da SilvaMarcio Rodrigues/MPIX/CPB

11- Rodrigo Massarutt da Silva, 34 anos, natural de Mamborê. Já foi ouro na espada e bronze no sabre no Regional das Américas 2016, em São Paulo; campeão das américas 2015 na espada; campeão por equipes Copa do Mundo de Montreal 2014. História: Ficou paraplégico em 2005 após sofrer um acidente de moto no Paraná. Não tinha costume de praticar esportes antes do acidente, mas durante a recuperação fazia fisioterapia em uma associação que tinha uma equipe de esgrima em cadeira de rodas. Com os braços longos, chamou a atenção do treinador da equipe, que o chamou para treinar.

12- Sandro Colaço de Lima, 42 anos, natural de Curitiba. Já foi bronze no florete e ouro por equipes na espada no Regional das Américas 2016; ouro por equipes, prata na espada e bronze no florete no Regional das Américas, no Canadá, em 2015. História: Sofreu uma lesão na medula em 1999, enquanto fazia uma reforma em uma casa. Estava derrubando uma parede, que caiu em cima dele. Chegou a jogar vôlei e basquete, mas viu uma apresentação de esgrima em 2010 e se interessou pela modalidade.

FUTEBOL DE 5

13- Tiago da Silva, 20 anos, natural de Pinhais. Já foi campeão nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015. História: Nasceu com alta miopia. Aos dois anos, sofreu um descolamento de retina no olho esquerdo. Três anos depois, a retina do olho direito também descolou e o atleta ficou completamente cego. Antes de chegar ao futebol de 5, passou pela natação, pelo atletismo e pelo goalball. Somente em 2009, entrou no futebol de 5 para não sair mais. Em 2013, chegou à Seleção pela primeira vez.

HALTEROFILISMO

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Márcia Cristina de MenezesMPIX/CPB

14- Márcia Cristina de Menezes, 48 anos, natural de Bela Vista do Paraíso. Já foi bronze nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015 e bronze no Mundial de Dubai em 2014. História: Uma poliomielite na infância causou a paralisia na perna direita da atleta. Em 2007, começou a praticar o halterofilismo profissionalmente e se dedicou totalmente. Em Londres, em 2012, participou pela primeira vez dos Jogos Paralímpicos e terminou em 6º lugar.

NATAÇÃO

15- Beatriz Borges Carneiro, 18 anos, natural de Maringá. História: Foi diagnosticada aos 6 anos com deficiência intelectual. Iniciou na natação como hobby e aos 12 anos passou a competir. Ela integra a Seleção Brasileira de Jovens e faz sua estreia na equipe principal.

RÚGBI EM CADEIRA DE RODAS

16- Anderson Kaiss, 31 anos, natural de Curitiba. História: Foi baleado em um assalto em 2004, em Curitiba, e ficou tetraplégico. Depois da reabilitação, jogou tênis de mesa e praticou a esgrima em cadeira de rodas. O começo no rúgbi foi influenciado por um amigo que também praticava a esgrima. Ao experimentar, gostou mais da agilidade do rúgbi e fez a migração em 2013.

TÊNIS DE MESA

17- Claudiomiro Segatto, 44 anos, natural de Coronel Vivida. Já foi ouro no individual e por equipes nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; ouro no individual e por equipes nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara 2011; ouro no individual e por equipes nos Jogos Parapan-Americanos do Rio 2007. História: Em 1997, teve sua perna direita amputada em função de um tumor (osteosarcoma) no joelho. Quatro anos depois passou a dedicar-se ao tênis de mesa e foi eleito o melhor mesatenista das Américas em 2007 e 2009.

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Welder Camargo KnafGerald Lebranchu

18- Welder Camargo Knaf, 35 anos, natural de Guarapuava. Já foi prata no individual e ouro por equipes nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; ouro por equipes e bronze individual nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara 2011; ouro por equipes e prata individual nos Jogos Parapan-Americanos do Rio 2007. História: Sofreu um acidente de carro aos 5 anos de idade e ficou paraplégico. Em 1995, começou a jogar o tênis de mesa com o pai, apenas como hobby, e gostou de como se desenvolveu. Passou a competir em 2003.

TIRO COM ARCO

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Andrey Muniz de CastroDaniel Zappe/MPIX/CPB

19- Andrey Muniz de Castro, 23 anos, natural de Apucarana. História: Um acidente de carro aos 19 anos de idade causou a perda dos movimentos das pernas. Um ano após o acidente, começou a praticar basquete em cadeira de rodas. Em 2008 começou no tiro com arco por hobby e acabou se destacando na modalidade.

VELA

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Marinalva de Almeida e o seu colega Bruno. Bendita Imagem

20- Marinalva de Almeida, 38 anos, natural de Santa Isabel do Ivaí. Já foi bronze na Welcome to Rio Regata 2016, no Rio de Janeiro. História: Sofreu um acidente de moto quando tinha 15 anos, o que causou a amputação da perna esquerda. Passou por várias modalidades paralímpicas, com destaque no atletismo, onde é a atual recordista brasileira do salto em distância da classe T43. Em 2013, conheceu a vela e passou a ser companheira de Bruno Landgraf. Além de esportista, faz trabalhos como modelo e também é palestrante.

VÔLEI SENTADO

21- Edwarda de Oliveira Dias, 17 anos, natural de Pinhão. Já foi prata nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015. História: Nasceu com má formação, sem a perna direita. No colégio, jogava vôlei convencional, mas foi convidada para conhecer o voleibol sentado em 2013. Aceitou o convite.

22- Anderson Ribas da Silva, 37 anos, natural de Curitiba. Já foi ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015 e prata no Mundial da Polônia em 2014. História: Era jogador de vôlei convencional e chegou a ser bicampeão da Super Liga (2009 e 2010). Devido a diversas lesões nos joelhos, ele teve que se afastar das quadras. Em 2011 foi convidado para jogar na modalidade.

23- Daniel Jorge da Silva, 35 anos, natural de Curitiba. Já foi ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; ouro nos Jogos Parapan-Americanos do Rio 2007; ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara 2011e prata no Mundial da Polônia 2014. História: Aos 19 anos, Daniel levou um tiro e teve que amputar a perna direita. Cinco anos após o acidente, o curitibano começou a praticar arremesso de dardo, mas não chegou a competir. Conheceu o vôlei sentado em 2005.

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