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Paralimpíada

Lúcia Araújo é prata no judô para atletas com deficiência visual

  • Folhapress
 | Fernando Maia/MPIX/CPB
Fernando Maia/MPIX/CPB
 
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A brasileira Lúcia da Silva Teixeira Araújo obteve a medalha de prata na disputa final do judô feminino (categoria até 57 kg) da Paraolimpíada do Rio de Janeiro.

Na modalidade do esporte para pessoas com deficiência visual, ela perdeu a luta em 40 segundos para a ucraniana Inna Cherniak, nesta sexta-feira (9), na Arena Carioca 3.

A atleta do Brasil iniciou o combate de forma ofensiva, mas sofreu o revés depois de um contra-ataque da ucraniana.

Cherniak aplicou um ippon em Araújo, movimento que rende a maior pontuação no judô. O golpe imobiliza o adversário com as costas por completo no tatame.

Com o vice na modalidade, o Brasil segue em quarto no ranking de medalhas da Paraolimpíada, com 3 ouros, 2 pratas e 1 bronze, atrás de China, Grã-Bretanha e Uzbequistão.

Meta

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) tem a meta de terminar os Jogos entre os cinco primeiros no quadro de conquistas, duas posições à frente de onde terminou em Londres-2012.

Com 285 atletas, o país conta, na Rio-2016, com a sua maior delegação paraolímpica da história.

Araújo chegou a final com chances de disputar o ouro no judô. Na edição anterior da Paraolimpíada, conquistou a prata na mesma modalidade.

As principais apostas de medalha do CPB, no entanto, vêm dos esportes coletivos. O Brasil é favorito no futebol de 5, no goalball e no vôlei sentado masculinos.

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