
- Joélson é vetado e Paraná vai ao Recife com três atacantes
- Locais dos jogos do Paraná contra dupla Fla-Flu também são alterados
- Sem Flávio e Toninho, Paraná está pronto para encarar o Náutico
- Árbitro do jogo Cruzeiro e Paraná apita jogo do Tricolor em Recife
- CBF muda Corinthians e Paraná para o Morumbi
O número dois define bem o histórico dos confrontos entre Náutico e Paraná em Campeonatos Brasileiros. Em 1994, dois anos depois dos paranistas terem subido para a Série A, os únicos dois jogos entre o Timbu e o Tricolor aconteceram no Brasileirão daquele ano, com dois empates, e dois gols registrados no quadro geral do embate de pouca história (um para cada lado).
No mesmo ano, os pernambucanos seriam rebaixados e só 13 anos depois o jogo entre as duas equipes seria reeditado na elite do futebol nacional. A partida deste sábado (9), às 18h10, no Estádio dos Aflitos, em Recife, marca o reencontro também do meia Marcel com o Paraná. Vale lembrar que o jogador foi destaque no Tricolor há quatro anos, e depois não conseguiu se firmar em clubes como o Palmeiras e o Grêmio.
O apoiador, atualmente vestindo a camisa do Timbu, por pouco não ficou fora da partida. Ele sofreu uma pancada no treino de quinta-feira (7) e era dúvida para o jogo, mas após uma avaliação médica ele foi confirmado para encarar os paranistas. Já o meia Joélson, do lado tricolor, não teve a mesma sorte. Com uma bolha no dedão do pé direito, o jogador sequer seguiu com a delegação para Recife.
Em seu lugar o técnico Pintado vai escalar o atacante Vandinho. No seu antigo clube, o Noroeste-SP, o jogador já fez a função de atuar mais recuado, ajudando na armação ofensiva, e esse deverá ser o seu papel no Paraná neste sábado. Mas o atacante também poderá chegar ao ataque, permitindo que o Tricolor jogue praticamente em um esquema 4-3-3.
Na defesa, Neguette ganhou a confiança do treinador e vai como titular, até porque Toninho acabou punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e pegou dois jogos de suspensão. Na meta, Marcos Leandro segue prestigiado, já que o "Pantera" Flávio permanece em tratamento no DM paranista. Nas demais posições, o time é o mesmo dos últimos jogos.
Náutico
Depois de figurar tanto tempo na Série B nacional, o Náutico queria fazer um bom papel no seu retorno è elite do Brasileirão. Mas depois de quatro rodadas, uma única vitória sobre o São Paulo em casa fez a alegria do torcedor pernambucano, que ainda teve que se deparar com um empate e duas derrotas até aqui na competição. Em busca de reabilitação e fugir do fantasma do rebaixamento (o Timbu é apenas o 15.º colocado), a ordem é bater o Paraná em casa.
Mas a vida do técnico Paulo César Gusmão não tem sido nada fácil. Depois de anunciar a estréia do goleiro Fabiano, o então titular Gléguer abandonou o treino de quinta-feira, desgostoso com a opção do treinador alvirrubro. Em outras posições, PC também promoveu alterações, para tentar melhorar o desempenho do terceiro pior ataque no Nacional.
Fábio Saci acabou sacado e dá lugar para o experiente Kuki. Nas demais posições, o time segue inalterado. A torcida do Náutico, como sempre, deve ser um outro fator favorável aos donos da casa.







