
Após três partidas, o novo Paraná vai se delineando. Contudo, nesse processo, o maior dilema do técnico Roberto Cavalo está entre fortalecer a marcação ou valorizar a criatividade. Hoje, contra o Coritiba, o esquema não deve fugir do que está ao lado. Na teoria, uma equipe no 4-4-2. Na prática, quase sempre formando o meio com cinco. São três volantes: Camargo mais preso, Serginho e Javier saindo mais, intercalados. Taianan será o responsável pela armação, muitas vezes ajudado por Chimba. O jogador atuará mais recuado, sendo o quinto homem de uma meia-cancha que, sem a bola, terá de conter os velozes jogadores do Coxa. Tito é referência para os laterais, que apoiam constantemente. Ele não volta, flutuando por todo setor ofensivo. Foi assim contra o Rio Branco e, por erros individuais, não deu certo.



