
O sérvio Novak Djokovic parece ter voltado à boa fase. Depois de amargar derrotas em dois torneios de Grand Slam - Roland Garros e Wimbledon - e nos Jogos Olímpicos de Londres, na semana passada, o número 2 do mundo acabou com o "jejum" de quatro meses e faturou, neste domingo (12), o título do Masters 1000 de Toronto, no Canadá, disputado em quadras de piso rápido. Na final, ele derrotou com facilidade o francês Richard Gasquet por 2 sets a 0 - parciais de 6/3 e 6/2, em 1 hora e 2 minutos.
É a terceira conquista de Djokovic no Canadá, alternando as cidades de Toronto e Montreal a cada ano. A primeira foi em 2007 e a segunda no ano passado. Na carreira, agora são 31 conquistas, incluindo cinco títulos de Grand Slam - três vezes no Aberto da Austrália, uma em Wimbledon e uma no US Open - e agora o 12.º troféu de um torneio da série Masters 1000.
O resultado em Toronto deixará Djokovic mais perto de retomar a liderança do ranking mundial, que está com o suíço Roger Federer - a lista será atualizada nesta segunda-feira. O atual número 1 do mundo e o espanhol Rafael Nadal, terceiro colocado, não disputaram o Masters 1000 no Canadá. Já o britânico Andy Murray, número 4, desistiu antes do segundo jogo por causa do desgaste provocado pela conquista do ouro olímpico no torneio de simples e a prata no de duplas mistas em Londres.
No confronto direto com Gasquet, Djokovic ampliou ainda mais a sua grande vantagem. Ele venceu sete dos oito duelos até o momento. A única vitória do francês foi no piso sintético da Masters Cup de Xangai, em 2007. Desde então sofreu seis derrotas consecutivas.



